segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Lei da Semeadura


Paulo diz: Não se deixem enganar, de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá. Gl 6.7

Há um princípio de que, se plantar uma determinada espécie de semente, você acaba determinando o que colherá. Não é quem ceifa que determina o que vai ser colhido. O que você colhe foi estabelecido no momento da semeadura, ou plantio, e não no momento da colheita.
Imaginemos a seguinte situação: Alguém compra um envelope com sementes de melancia, mas acabam nascendo papoulas daquelas sementes. Isso significa que alguém zombou dessa pessoa na venda das sementes, pois a lei é que você colherá exatamente o que plantou. No momento de plantar, nós podemos ter uma expectativa do que colheremos. O paralelo que o apóstolo Paulo faz, então, está relacionado a
essa lei. Os mesmos princípios existentes no campo da botânica se aplicam ao campo espiritual. São inúmeras as passagens nas Escrituras que falam sobre isso.
Temos Jó 4.8: Pelo que tenho observado, quem cultiva o mal e semeia maldade, isso também colherá.

Pv 11.18: ...
quem semeia a justiça colhe segura recompensa.

Pv 22.6:
Instrua o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará deles.

E ainda, Os 10.12:
Semeai para vós em justiça, ceifai segundo a misericórdia, lavrai o campo de lavoura; pois é hora de buscar o SENHOR até que venha, e chova justiça sobre vós.

A ênfase sempre está no que devemos fazer no momento da semeadura e não no momento da ceifa. O que você faz com a sua vida, ou mesmo com a vida de outros -
como a de seu filho - terá frutos no futuro.

Os solos ruins devem ser evitados

(Mc 4:3-8) Ouvi: Eis que o semeador saiu a semear; e aconteceu que, quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram. Outra caiu no solo pedregoso, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda; mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou-se. E outra caiu entre espinhos; e cresceram os espinhos, e a sufocaram; e não deu fruto. Mas outras caíram em boa terra e, vingando e crescendo, davam fruto; e um grão produzia trinta, outro sessenta, e outro cem.

Quando falamos porém em semear nossos sonhos e projetos, tal semeadura poderá ser feita por exemplo: Na igreja (que é o melhor solo que dispomos), na vida do nosso Pastor e em sua família, podemos também semear na vida de nossos irmãos, conhecendo é claro se é um bom tipo de terra. Falando de pessoas, não adianta por exemplo semearmos uma esmola na vida de um drogado, pois sabemos que nossa semente será usada para o mal de alguém e não para algo bom.
Precisamos aprender a semearmos aquilo eu queremos colher, ao invés de simplesmente jogarmos a semente a esmo.

CAMPOS DA SEMEADURA

Santidade

No vs 8, é dito:
Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.

Paulo nos apresenta dois campos onde é possível semear, o da carne e o do Espírito. No campo da carne, ele abrange essa nossa natureza humana, não redimida, onde reside o pecado. O que Paulo está dizendo, por outras palavras, é que aquilo que colheremos no futuro não será fruto do acaso, da sorte ou da natureza. Aquilo que teremos no futuro está relacionado ao que semeamos hoje. É possível que você esteja tratando com certas questões em sua vida, para colher outros resultados.
No capítulo 5 de Gálatas, o apóstolo diz que devemos andar no Espírito.
Já no capítulo 6, ele diz que, para colhermos o fruto do Espírito, é necessário semear para o Espírito.
A carne pode ser acalentada, aconchegada e acariciada quando, na verdade, ela deveria ser crucificada.
Precisamos constantemente dizer não aos frutos da carne. Portanto, o que você faz com sua carne hoje acabará por influenciar sua vida futura.
Você abriga um pensamento, desenvolve um sentimento, cristaliza uma atitude e gera uma ação.
É um processo que se desenvolve e acaba dominando sua vida. Por exemplo, imagine que você foi injustiçado numa determinada situação.Você pode desenvolver um pequeno ressentimento, acalentar uma queixa, desenvolver auto-piedade e, em consequência disso, tornar-se uma pessoa desagradável aos outros por conta de tanta amargura.

Em Colossenses 3.1-2, lemos:
Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas.
As Escrituras nos dizem para semearmos no nosso pensamento, para estarmos inserindo no nosso coração aquilo que é agradável a Deus.
Em Romanos 8.6, é dito:
A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz. Se eu sou cristão e estou desenvolvendo uma mentalidade fora dos padrões de Deus, isso significa a morte. Porém, se eu estou investindo nas coisas do alto, isso representa a paz.
Há dois campos nos quais podemos estar semeando: na carne e no Espírito. O que nós estivermos semeando, temos a garantia que colheremos no futuro. Muitas
pessoas dizem: ah, se eu soubesse disso antes; ah, se eu tivesse feito isso diferente... No momento da colheita, não adianta reclamar. O momento de refletir
e agir corretamente é na semeadura.
A semeadura é um trabalho duro que requer tempo, esforço e persistência.
O povo de Israel fazia o seu ano civil baseado na agricultura. O ano começava por volta de setembro ou outubro, ocasião em que eles passavam por um
período de seca, ainda na ceifa, o que tornava o trabalho extremamente difícil e cansativo. No entanto, todo esse esforço compensava quando, nos meses de
novembro e dezembro, começavam as chuvas e, mais adiante, surgiam as primeiras colheitas.
Da mesma forma é a nossa vida cristã. Ela não é simplesmente marcada apenas por coisas boas. Há inúmeras situações em que é exigida de nós muita disciplina.

Em I João 3.14, podemos ler ainda sobre como semear:
Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos. Quem não ama permanece na morte.
Cabe a você ter a postura de olhar para os princípios que Deus coloca na Sua
Palavra, para colocá-los em prática no seu relacionamento com os outros. Lembre-se que, em Gálatas 5, Paulo diz que a maneira como você se relaciona com os outros reflete a sua espiritualidade.
Sendo assim, se você está, de fato, andando no Espírito, quando fizer o bem, uma série de princípios e atitudes presentes nas Escrituras será posta em prática.
Há uma série de princípios que envolvem o amor mencionado por João. Reflita um pouco sobre o que é amor, sobre quais são as orientações de Deus e sobre o que quebra o mandamento amar.

Quando você vive a experiência de ser ofendido, por exemplo, semear é olhar para essa experiência com a perspectiva da Deus. Assim, você perceberá que ser ofendido é algo que faz parte da vida e Deus nos orienta a perdoar aqueles que nos
ofendem. Pense também numa situação em que você, sozinho, liga a televisão e se depara com um programa onde há pornografia explícita. O que é que você faz?
Você pode estar cultivando o que está vendo, porém isso está em desacordo com a orientação divina. Isso é normal numa sociedade corrupta, mas quando
olhamos para o conceito de divino de sexualidade, sabemos que é totalmente diferente daquilo que o mundo oferece e propõe.

NÃO SE ENGANE

No versículo 7, Paulo diz:
Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.
Os crentes da Galácia já estavam sendo enganados, como lemos no início da epístola, pois ficaram impressionados com falsidades que lhes estavam sendo propostas. Outras passagens das Escrituras também se referem à nossa
tendência de nos enganarmos, tal como Jeremias 17.9: O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa...
Não é o coração que nos dá confiança e sim a Palavra de Deus. Em Hebreus 3.13, também lemos:
Ao contrário, encorajem-se uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama hoje, de modo que nenhum de vocês seja endurecido pelo engano do pecado. As pessoas deixam-se enganar por caminhos errôneos e, se nós não as exortarmos, elas continuarão enganando-se e, possivelmente, endurecerão o seu próprio coração. Em Tiago 1.22, lemos: Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos.
Como vemos, nós temos uma série de oportunidades de nos enganarmos a nós mesmos.
No versículo 8, ele diz:
Quem semeia para a sua carne, da carne colherá destruição; mas quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.

O QUE COLHER?

João diz, em I João 2.28:
Filhinhos, agora permaneçam nele para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e não sejamos envergonhados diante dele na sua vinda.
No encontro de um filho de Deus com o Senhor Jesus Cristo, haverá pessoas que
vão se aproximar confiantemente, porém haverá aqueles que terão vergonha. Ambos são filhos de Deus, que pertencem a Ele, mas naquele momento poderão ser honrados ou envergonhados. A semeadura da honra e da vergonha que vamos ter diante do Senhor começa agora.

Na segunda carta, versículo 8, João diz:
Tenham cuidado, para que vocês não destruam o fruto do nosso trabalho, antes sejam recompensados plenamente.
É possível que, com sua vida, escolhas, prioridades e atitudes, você esteja destruindo aquilo que pode usufruir de Deus na terra e na eternidade.

(Mc 4:26-29) – Disse ainda: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra, e dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. A terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga e por último, o grão cheio na espiga. Quando o fruto está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a hora.

O que é que você está plantando hoje?
Considere o que tem semeado no que diz respeito ao tempo que você gasta no estudo da Palavra. Pense na educação de seus filhos, se você tem orientado de
acordo com as Escrituras, ou tem deixado de cuidar. Reflita sobre sua participação na vida da igreja, na comunhão com os irmãos e na sua contribuição financeira para a obra de Deus. Considere o tipo de programas, atividades e amizades que você tem
desenvolvido hoje. Mais uma vez, eu repito: o que você tem plantado hoje, você colherá amanhã, e isso é uma lei inexorável. A hora da decisão do que colher
na sua vida é no momento do plantio. Não se engane.

Deus te abençoe.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

O Lugar do Adorador

"Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores". João 4.23
Ao lermos este versículo, entendemos claramente a afirmativa que diz que "o Pai procura adoradores". Quantas vezes já não ouvimos este versículo? Ele tem sido tema de inúmeras meditações e até mesmo de canções devido a sua relevante mensagem. Mas será que diante dele já nos perguntamos: O que eu procuro "de" ou "em" Deus?
  • Procuro as mãos de Jesus - (Lugar de Bênçãos)
O Senhor é Deus abençoador, que tem prazer em nos abençoar!
"Do SENHOR é a salvação, e sobre o teu povo, a tua bênção". Salmos 3:8

Devemos buscar as suas mãos sempre que em situação de dificuldade. Não é errado! O errado é nos interessarmos apenas pelas mãos abençoadoras, e não pelo abençoador.
Exemplo: Nos Evangelhos vemos o povo Judeu, durante o ministério de Jesus que foi por ele curado, liberto e perdoado. Este mesmo povo que andava às "multidões" atrás de Jesus, foi o mesmo povo que perante Pilatos, diziam sobre Jesus: "Crucifica-o"! (Mc 15.13; Lc 23.21; Jo 19.6)
Este povo só queria as Bênçãos! Lamentável!
O Adorador "em Espírito e em verdade" é uma pessoa que procura além das mãos de Jesus.
  • Procuro a companhia de Jesus - (Estar ao lado, Lugar de amizade)

"Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros.Tornou a perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas? Ele lhe respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Pastoreia as minhas ovelhas. Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito, pela terceira vez: Tu me amas? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas?. João 21.15-17

Esta passagem mostra bem como Pedro gostava da companhia, da amizade de Jesus. Cada vez que Jesus perguntava a Pedro: - Tu me amas (agapao)? Pedro respondia: - Sim, Senhor, tu sabes que te amo (phileo).

(agapao, ágape)
- amor de Deus, amor extremado por.
(phileo) - sentimento fraternal, amizade

Ou seja, Jesus perguntava se Pedro o "amava" e Pedro respondia que "gostava" de Jesus. Ter a amizade de Jesus é maravilhoso, mas o adorador quer mais!
Temos deixado Jesus participar de nossas vidas plenamente, ou dizemos para o Senhor: - Jesus, eu deixo você trabalhar na minha vida até este ponto. Não vá além! Deste ponto em diante quem manda sou EU! Quem manda no meu dinheiro sou EU! Quem manda na minha amorosa pecaminosa sou EU! Você é um bom amigo, Jesus. Nada além disto!?
  • Procuro a face de Jesus - Lugar de Intimidade
"Tal é a geração dos que o buscam, dos que buscam a face do Deus de Jacó". Salmos 24:6

Devemos desejar muito, termos intimidade com o Senhor. Assim como um casal, como um filho e seu pai que carinhosamente se tocam na face. Este relacionamento é ímpar.
Este tipo de relacionamento com Deus não é para qualquer um. É somente para aqueles que são nascidos de novo.

"Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva e que permanece para sempre". 1 Pe 1.23

O Senhor deseja relacionar-se conosco no mais alto nível de intimidade.
Ter uma vida de intimidade com Deus não é algo que acontece uma vez por semana quando participamos de um culto de adoração. É muito mais! Assim como ser um adorador é um estilo de vida, a intimidade com Deus é algo diário. Mas ainda assim haverá momentos em que seremos por ELE tirados da "Face" e levados para outro lugar...
  • Procuro os pés de Jesus - Lugar de ouvir a voz do Senhor, humilhação, sujeição, sacrifício e adoração.
Lucas 10.41 - Conta a história de Marta e sua Maria. Marta preocupava-se em preparar uma refeição para Jesus. Enquanto Maria, ouvia Jesus, sentada aos seus pés.
João 12.23 - Fala de Maria que tomou um vaso de alabastro cheio de precioso ungüento e ungiu os pés de Jesus enxugando-os com seus cabelos. Isto é adoração extravagante! Ela não mediu esforços para adorar o Mestre. Jogou-se aos seus pés não importando quem estava ao redor e adorou, adorou e adorou... Não pediu nada... Não determinou nada... Apenas se prostrou aos pés de Jesus, e o adorou!
Aos pés de Jesus é lugar onde todas nossas preocupações, anseios e frustrações devem ficar. Quando lanço tudo aos pés de Jesus de forma humilde e em sujeição, ouço a sua voz, recebo orientação, consolo, renovação e vitória!
Mas há ainda um desafio a mais quando chegamos aos pés de Jesus. É o de permanecermos lá. E isto em todos os momentos da nossa vida!
Quando permanecemos aos pés do Senhor, não temos tempo de ficarmos olhando o defeito dos outros (julgando), ou de nos preocuparmos e falarmos da vida alheia (crítica, fofoca). Estamos ocupados! Quando estamos aos pés do Mestre não temos tempo de ficarmos reparando ou desejando o que o irmão tem ou deixa de ter (inveja). Estamos aos pés de Jesus! E lá é lugar de submetermos nossos sentimentos a Ele, sejam eles quais forem! Aos pés de Jesus, lá é o nosso lugar!
Lugar também de permanecermos muitas vezes em silêncio com o coração contrito e rendido ao Senhor. Apenas adorando!

Senhor, leva-me aos teus pés!


Autor: Pra. Deise Negrão de Silos da Silva

http://www.estudosgospel.com.br/estudos/louvor-e-adoracao/o-lugar-do-adorador.html

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Crônicas - A influência Misteriosa

Será que você faria o que Deus fez?

É uma típica tarde de Sexta-feira e estás dirigindo em direção à tua casa. Sintonizas o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância.

Numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecidas. Nem prestas muita atenção ao tal acontecimento. Na Segunda-feira quando eles acordam, escutas que já não são 3 ,são mais de mil pessoas mortas com a gripe, nas colinas remotas da Índia. Um grupo do controle de doenças dos EUA, foram investigar o caso. Na Terça-feira, já noticia mais importante, ocupando as primeiras paginas de todos os jornais porque já não só na Índia ,mas também no Paquistão, Iran e Afeganistão.

Enfim, a notícia se espalha pelo mundo, estão chamando a doença de a influência misteriosa e todos se perguntam: que faremos para controlá-la?

Então , uma noticia surpreende a todos. Europa fecha suas fronteiras, França não recebe mais vôo da Índia nem de outros países dos quais se tenham comentados de casos da tal doença

Pelo fechamento das fronteiras estas ligado em todos os meios de comunicação, para manter-te informado da situação e de repente ouves que uma mulher declarou que num dos hospitais da França, um homem está morrendo pela tal influência misteriosa.

Começa o pânico na Europa , as informações dizem que quando contrai o vírus , é questão de uma semana e nem percebes . Em seguida tem 4 dias de sintomas horríveis e morre.

A Inglaterra também fecha suas fronteiras, mas já é tarde.

No dia seguinte o presidente dos EUA fecha também suas fronteiras para Europa e Ásia para evitar que o vírus entre no pais , até que se encontre a cura.

No dia seguinte, as pessoas começam a se reunirem nas igrejas em oração pela descoberta da cura, quando de repente, entra alguém na igreja aos gritos:-- Liguem o rádio ! Liguem o rádio ! Duas mulheres morreram em Nova York!!! Em questão de horas ,parece que o vírus invadiu o mundo inteiro.

Os cientistas continuam trabalhando na descoberta de um antídoto, mas nada funciona...

De repente vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus.

Corre por todo mundo a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto.
Tu vais de voluntário com toda a sua família , juntamente com alguns vizinhos , perguntando-te , o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente o médico sai gritando o nome que leu no caderno, o menor dos teus filhos está do teu lado, se agarra na tua jaqueta e diz:-- Pai? Esse é o meu nome e antes que possa raciocinar, estão levando seu filho e tu gritas:-- Esperem! E eles respondem:-- Tudo está bem! O sangue dele está limpo, é puro, achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto.

Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo, e é a primeira vez que se vê alguém rindo está semana, o médico mais velho se aproxima de ti e diz:-- Obrigado senhor! O sangue de seu filho é perfeito está limpo e puro, o antídoto finalmente poderá ser fabricado. A notícia se espalha por todos os lados, as pessoas estão rindo e orando de felicidade, nisso o médico se aproxima de ti e da tua esposa e diz:-- Podemos falar um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho, quando estas lendo, percebes que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar e perguntas:-- Qual a quantidade de sangue que vão usar? O sorriso do médico desaparece e ele responde:-- Não pensávamos que fosse uma criança .

Não podes acreditar no que ouves e trata de contestar:-- "MAS...mas..." o médico insiste:-- O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro!!! Por favor assine! Nós precisamos de todo o sangue. Tu então perguntas: -- Mas não podem fazer-lhe uma transfusão ? e vem a respostas:-- Se tivéssemos sangue puro, poderíamos , assine por favor assine! Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão tu assinas, te perguntaram:-- Queres ver o seu filho? Caminhas em direção da sala de emergência onde se encontra teu filho sentado na cama dizendo:-- PAPAI!? MAMÃE!? O que está acontecendo? Tu segura na mão dele e diz:-- Filho tua mãe e eu te amamos muito e jamais permitiríamos que te acontecesse algo que não fosse necessário, tu entendes? O médico regressa e te diz:-- Sinto muito senhor, precisamos começar, gente de todo mundo está morrendo, podes sair? Podes dar a costa ao teu filho e deixa-lo aqui? Enquanto teu filho diz:-- PAPAI? MAMÃE? Por que vocês estão me abandonando?
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o teu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, outras não vêm, porque prefere fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol, na tv e outras vêm com um sorriso falso, como se realmente não estão se importando.

Tens vontade de gritar:--- MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTA COM ISSO? Talvez isso é o que DEUS quer dizer: MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO VOS AMO!!!

É curioso que é simples para as pessoas debocharem de Deus e dizer que não entendem como o mundo caminha de mau a pior.
É curioso como acreditamos em tudo aquilo que lemos nos jornais, mas questionamos as palavras de Deus.
É curioso como todos querem ir para o céu, mas nada fazem para merecê-lo.
É curioso como as pessoas dizem: "eu creio em Deus!" , mas com suas ações, mostram totalmente contrario.
É curioso como consegues enviar centenas de piadas através de um correio eletrônico, mas quando recebes uma mensagem a respeito de Deus, pensas duas vezes em compartilhá-las com outros.
É curioso como a luxuria, crua, vulgar e obscena passa livremente através do espaço, mas a discussão pública de DEUS, é suprida nas escolas e locais de trabalho. É CURIOSO, NÃO É?
...


Publicado em 31/01/2003 - jesus site
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=461

A Bíblia


Quando compramos um eletrodoméstico, ou qualquer aparelho eletrônico de um modo geral, observamos que ele vem com um manual de instruções. Mas, pra que? Pra te ensinar, te intruir no bom funcionamento do produto. Certo?
Eu vejo a bíblia como o manual de instruções do ser humano. Lá você encontra respostas de como proceder no seu dia a dia, seja qual for a sua dúvida, ou a sua dificuldade. É um conjunto de livros cheio de ensinamentos, de princípios e de moral, e mais TOTALMENTE ESPIRITUAL.
Isabela



Atual, autêntica e confiável

Um jovem solicitou ao seu pastor que escrevesse uma dedicatória em sua Bíblia. Um bom versículo já constava na página em branco: "Eu sou o pão da vida." O pastor apenas acrescentou: "Não o deixe mofar". O jovem jamais esqueceu esse conselho. Ele o pôs em prática lendo a Bíblia como sendo o pão da vida, fazendo dela seu alimento espiritual diário. Durante toda a sua vida ele foi grato por isso.


Singular em sua divulgação

A Bíblia é de longe o livro mais traduzido do mundo. Partes da Bíblia podem ser lidas atualmente em mais de 2.212 línguas diferentes e todo ano a lista é acrescida de 40 novas traduções. Nenhum outro livro também se aproxima da sua tiragem: o número de exemplares impressos sobe a cada ano, apesar da Bíblia ter sido o livro mais atacado em todos os tempos. Soberanos de todas as épocas, políticos, reis e ditadores, até líderes religiosos e seus cúmplices tentaram privar o povo de sua leitura. Combateram-na, despojaram-na de seu conteúdo, tentaram destruí-la. Pode-se dizer que jamais outro livro foi tão amado e ao mesmo tempo tão odiado quanto a Bíblia!


Singular em sua formação

Na verdade, a Bíblia é uma pequena biblioteca formada por 66 volumes. Ela foi escrita por aproximadamente 40 autores diferentes, durante um período de mais ou menos 1500 anos. Com toda a certeza ela não foi escrita por iniciativa coletiva. Ela também não foi planejada por alguém. Um dos autores escreveu na Arábia, outro na Síria, um terceiro em Israel, e ainda outro na Grécia ou na Itália. Um dos autores atuou mais como historiador ou repórter, outro escreveu como biógrafo, outro escreveu tratados teológicos, ainda outro compôs poemas e escreveu provérbios, enquanto outro registrou profecias. Eles escreveram sobre famílias, povos, reis, soberanos e impérios do mundo. O escritor das primeiras páginas jamais poderia saber o que outro escreveria 1400 anos mais tarde. Os escritores de séculos futuros nunca poderiam saber, por si mesmos, o sentido profético de um texto escrito centenas de anos antes. Mesmo assim, a Bíblia é um livro de uma unidade impressionante, com coerência do início ao fim, tendo um tema comum e falando de uma pessoa central: Jesus Cristo. A Bíblia é o único livro no qual milhares de profecias se cumpriram literalmente. Suas predições realizaram-se nos mínimos detalhes durante a história. Locais e datas mencionados nos relatos bíblicos foram confirmados pela ciência. Quando nos perguntamos como foi possível aos autores alcançarem uma unidade e uniformidade tão grandes no que escreveram, concluímos que só nos resta a resposta de 2 Pedro 1.21: "Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo." Em outra passagem, a Bíblia diz: "Toda a Escritura é inspirada por Deus..." (2 Tm 3.16). Um filósofo francês expressou-se da seguinte maneira sobre a maravilha que é a Bíblia: "Quão miseráveis e desprezíveis são as palavras dos filósofos quando comparadas com as da Bíblia! É possível um livro tão simples, mas ao mesmo tempo tão perfeito, ser palavra humana?"


Singular em seus efeitos

Um ateu enviou a um jovem cristão grande número de artigos selecionados para convencê-lo de que a Bíblia era atrasada em muitas de suas afirmações e ultrapassada pelos conhecimentos dos tempos atuais. O jovem respondeu:

Se você tiver algo melhor que o Sermão do Monte, alguma coisa mais bela que a história do filho pródigo ou do bom samaritano, alguma norma ou lei de nível superior aos Dez Mandamentos, se você puder apresentar algo mais consolador que o Salmo 23, ou algum texto que me revele melhor o amor de Deus e esclareça mais o meu futuro do que a Bíblia, então – por favor, envie-o para mim com urgência!

Nenhum outro livro além da Bíblia transformou a vida de tantas pessoas para melhor. Ela é um livro honesto e mostra o ser humano como ele é. A Bíblia expõe o pecado e aponta o caminho para o perdão, ela exorta e consola, faz-nos ser humildes e nos edifica. A Bíblia nos mostra a razão de viver, coloca-nos diante de um alvo que faz sentido, e com ela entendemos a origem e o futuro da criação e da humanidade. A Bíblia lança luz sobre nossas dúvidas. Ela coloca a esperança diante de nossos olhos e fala de Deus e da eternidade como nenhum outro livro jamais o poderia fazer. Até Friedrich Nietzsche, inimigo do cristianismo, disse sobre a Bíblia:

Ela é o livro da justiça de Deus. Ela descreve coisas e pessoas em um estilo tão perfeito, que os escritos gregos e hindus não podem ser comparados a ela. O estilo do Antigo Testamento é uma parâmetro de avaliação tanto de escritores famosos como de iniciantes.

Infelizmente, Nietzsche nunca seguiu pessoalmente o que a Bíblia diz.

O escritor Ernst Wiechert escreveu sobre a Bíblia:

Tudo me encantava, muitas coisas me comoviam, outras me abalavam. Mas nada formou e moldou tanto minha alma naqueles anos como o Livro dos Livros. Não me envergonho das lágrimas que derramei sobre as páginas da Bíblia.

Marc Chagall, o gande pintor judeu, disse: "Desde minha infância a Bíblia me orientou com sua visão sobre o rumo do mundo e me inspirou em meu trabalho."


Singular em sua confiabilidade

Alexander Schick escreve:

Nenhum livro de toda a literatura universal pode ser documentado de maneira tão impressionante no que diz respeito ao seu texto original. E nenhum outro livro apresenta uma tão farta profusão de provas de sua autenticidade. Achados de antigos escritos nos dão a certeza de que temos em mãos a Bíblia com a mesma mensagem que os cristãos da igreja primitiva.


A Bíblia – ela funciona!

Em uma revista alemã encontramos o texto abaixo, que transcrevemos por ser muito precioso:

A Bíblia mostra a vontade de Deus, a situação do ser humano, o caminho da salvação, o destino dos pecadores e a bem-aventurança dos crentes.

• Seus ensinos são sagrados, seus preceitos exigem comprometimento, seus relatos são verdadeiros e suas decisões, imutáveis.

• Leia-a para tornar-se sábio e viva de acordo com ela para ser santo.

• A Bíblia lhe ilumina o caminho, fornece alimento para seu sustento, dá refrigério e alegria ao seu coração.

• Ela é o mapa dos viajantes, o cajado dos peregrinos, a bússola dos pilotos, a espada dos soldados e o manual de vida dos cristãos.

• Nela o paraíso foi restabelecido, o céu se abriu e as portas do inferno foram subjugadas.

• Cristo é seu grandioso tema, nosso bem é seu propósito, e a glorificação de Deus é seu objetivo.

• Ela deve encher nossos pensamentos, guiar nosso coração e dirigir nossos passos.

• Leia-a devagar, com freqüência, em oração. Ela é fonte de riqueza, um paraíso de glórias e uma torrente de alegrias.

• Ela lhe foi dada nesta vida, será aberta no juízo e lembrada para sempre.

• Ela nos impõe a maior responsabilidade, compensará os maiores esforços e condenará todos os que brincarem com seu conteúdo sagrado.

Um mecânico foi chamado para consertar o mecanismo de um gigantesco telescópio. Na hora do almoço o astrônomo-chefe encontrou-o lendo a Bíblia. "O que você espera de bom desse livro?", perguntou ele. "A Bíblia é ultrapassada, e nem se sabe quem a escreveu!"

O mecânico hesitou por um momento, levantou seus olhos e disse: "O senhor não usa com freqüência surpreendente a tabuada em seus cálculos?"

"Sim, naturalmente", respondeu o astrônomo.

"O senhor sabe quem a escreveu?"

"Por quê? Não, bem, eu suponho... Eu não sei!"

"Por que, então", disse o mecânico, "o senhor confia na tabuada?"

"Confiamos porque – bem, porque ela funciona", concluiu o astrônomo, irritado.

"Bem, e eu confio na Bíblia pela mesma razão – ela funciona!"

A Bíblia – atual, autêntica, confiável! Quem lê a Bíblia tem uma vida plena (Norbert Lieth).


Fonte: jesus site
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=977

terça-feira, 13 de julho de 2010

Os modernos adoradores de Baal

Bem, antes de você ler esse estudo sobre os modernos adoradores de Baal, gostaria de expor minha opnião, afinal esse blog é meu! rs

Não tenho absolutamente nada contra pessoa alguma que praticou ou pratica esses atos descritos abaixo, muito pelo contrário as amo em Cristo. A palavra de Deu diz: "Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento".

E diz mais após ter criado o homem e a mulher: "E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom..." "Toda a criatura de Deus é boa", ruim é o diabo!! ele tenta semear na cabeça das pessoas que tudo é normal, quando não é. Foi assim com os primeiros seres viventes. Deus deu tudo para eles sobreviverem muito bem, só não podiam comer do fruto de uma única árvore que estava no meio do jardim (Gn 2.16,17). E a serpente não os enganou, fazendo com que comessem daquele fruto?Foi assim no princípio de tudo, não é diferente hoje, satanás trabalha da mesma maneira, tentando enganar as pessoas e fazer com que elas vivam no engano.

O apóstolo Paulo na carta a Timóteo no capítulo 3, diz que os últimos tempos seriam difíceis para o serviço cristão, e isso tem acontecido. Estão tentando fechar a boca de Deus!!! Porque tudo hoje em dia é tão liberal e aquele que é de Deus (digo o que prega a palavra, pois todos somos de Deus quer você queira ou não) está sendo impedido de pregar a verdade?? Será que realmente há um bom propósito nisso tudo?? É realmente a felicidade o propósito maior?? Ou será que num futuro (que eu sinceramente espero não presenciar) haverá uma redução significativa da população? Como continuará o ciclo da família?? Onde duas pessoas do sexo oposto se casam e tem filhos, que se casam e tem filhos, que se casam e tem filhos....


Enfim, lê ai o estudo. Se quiser pode postar comentário, seja qual for sua opnião eu te respeito e te amo em Cristo Jesus.

Publicado em 4/30/2009 estudo tirado do site:

http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=1399


Matt Barber
WND

Exclusivo: Matt Barber cita semelhanças surpreendentes entre os “progressistas” e os sacrificadores de crianças

O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol”. (Eclesiastes 1:9 NVI)

Os liberais de hoje — ou “progressistas”, nome mais discreto pelo qual preferem ser chamados — atuam movidos por uma idéia errada e estranha. Em outras palavras, não há nada nem de longe “progressista” nos dogmas fundamentais de sua cega religião humanista e secular. Aliás, o liberalismo moderno é em grande parte a versão recauchutada e esterilizada de uma mitologia antiquada — uma mitologia que existe antes do único movimento que realmente traz progresso: o Cristianismo bíblico.

Enquanto eu estava visitando a Igreja Evangélica Presbiteriana Rivermont em Lynchburg, Va., poucas semanas atrás, ouvi uma pregação preocupante, mas que me levou a pensar muitas coisas. O Pr. John Maybray falou sobre o antigo costume cananita da adoração a Baal e, embora não tenha revelado por nome, ele fez uma ligação com seu descendente moderno: o esquerdismo e o liberalismo. Baal, o deus da fertilidade que era meio touro e meio homem, era o ponto central da idolatria pagã no Israel semítico antes de Deus ter revelado Sua natureza monoteísta para os precursores do Judaísmo.

Em seu sermão, o Pr. Maybray ilustrou que, embora tenham adquirido um aroma mais moderno, os princípios fundamentais da adoração a Baal permanecem vivos e muito bem hoje. As principais colunas do baalismo eram o sacrifício de crianças, a imoralidade sexual (tanto heterossexual quanto homossexual) e o panteísmo (adoração da criação acima do Criador).

A adoração ritualística a Baal, em resumo, parecia um pouco deste jeito: Os adultos costumavam se reunir em volta do altar de Baal. Recém-nascidos eram então queimados vivos como oferta sacrificial ao deus Baal. Em meio a gritos horríveis e ao cheiro de carne humana queimada, os adoradores — homens e mulheres, sem distinção — se engajariam em orgias bissexuais. O ritual da conveniência tinha como propósito produzir prosperidade econômica estimulando Baal a mandar chuvas para que a “mãe terra” experimentasse fertilidade.

As conseqüências naturais de tal conduta — gravidez e parto — e os pesos financeiras associados às “gravidezes não planejadas” eram facilmente resolvidos. O adorador poderia escolher se engajar em relações homossexuais ou poderia simplesmente — com a disponibilização legal do sacrifício de crianças — participar de outra cerimônia de fertilidade para eliminar o bebê indesejado.

O liberalismo moderno é pouca coisa diferente de seu antigo antecessor. Embora seus rituais macabros tenham sido modificados e maquiados com termos floridos e eufemistas de arte, seus principais dogmas e práticas permanecem assustadoramente semelhantes. A adoração da “fertilidade” foi substituída pela adoração da “liberdade reprodutiva” ou “liberdade de escolha”. Os sacrifícios de crianças por meio de oferendas de fogo foram atualizados, ainda que levemente, para se tornarem sacrifícios de crianças por meio de abortos cirúrgicos ou químicos. A promoção, prática e celebração ritualista da imoralidade e promiscuidade heterossexual e homossexual foram cuidadosamente camufladas — e adotadas com entusiasmo — pelas religiões do feminismo radical, do movimento homossexual militante e do movimento que quer implantar abrangente educação sexual nas escolas. E a adoração panteísta da “mãe terra” foi substituída — apenas no nome — pelo ambientalismo radical.

Entretanto, não são somente aqueles que se intitulam “progressistas” ou humanistas seculares que adotaram as colunas fundamentais do baalismo. Nestes tempos pós-modernos, estamos lamentavelmente vendo o advento do “Cristianismo emergente”, que é contrário à Bíblia, ou como prefiro chamá-lo, “semi-Cristianismo”.

Essa tendência é meramente um liberalismo todo embonecado e imerecidamente carimbado como “cristão”. É um jeito de ideólogos esquerdistas terem seu “cristianismo” e o praticarem. Sob o pretexto da “justiça social”, seus seguidores muitas vezes apóiam — ou pelo menos desculpam — as mesmas políticas pró-homossexualismo, pró-aborto e pró-ambientalismo radical promovidas pelos modernos adoradores de Baal.

Embora a “esquerda cristã” represente uma minoria insignificante dentro do Cristianismo maior, apesar disso os meios de comunicação liberais abraçaram a causa deles e adotaram a popularidade deles entre as elites como prova de que a tão chamada “direita cristã” (leia-se: Cristianismo bíblico) está perdendo influência — que o Cristianismo está, de certo modo, “acompanhando a evolução dos tempos”.

Pelo fato de que o Cristianismo emergente não consegue passar pelo teste de autenticidade toda vez que é sujeito ao exame bíblico mais leve, suspeito que com o tempo ele acabará em grande parte se extinguindo. Mas isso não absolve os líderes evangélicos de sua obrigação de cobrar explicações acerca dessa heresia de outros líderes envolvidos nessa revolução contrária aos princípios bíblicos. Não é uma questão de direita versus esquerda; é uma questão de certo e errado — de princípios bíblicos versus princípios não bíblicos.

Apesar disso, as colunas acima mencionadas do baalismo pós-moderno — aborto, relativismo sexual e ambientalismo radical — quase que certamente farão rápido progresso nos próximos quatro a cinco anos, com ou sem a ajuda da esquerda cristã. Os deuses do liberalismo têm um novo sacerdote supremo na pessoa de Barack Obama, e desfrutam muitos seguidores devotos nos meios de comunicação liberais, nas instituições de ensino e no Congresso controlado pelos liberais democratas.

Tanto a agenda social de Obama quanto a agenda do 111º Congresso americano abundam de desenfreados objetivos de aborto, liberdade sem ética, homossexualismo e ambientalismo radical. O mesmo tipo de “esperança, ação e mudança”, suponho eu, que os cananitas de Baal do passado engoliram.

Portanto, o liberalismo de hoje é realmente apenas um velho livro com uma lustrosa capa nova. Uma filosofia enraizada nas antigas tradições pagãs, das quais nada há para se orgulhar.

É verdade: “não há nada novo debaixo do sol”.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Estudo - Festa junina



Depois do Carnaval, o evento mais esperado do calendário brasileiro são as festas juninas,que animam todo o mês de junho com muita música caipira, quadrilhas, comidas e bebidas típicas em homenagem a três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Naturalmente as festas juninas fazem parte das manifestações populares mais praticadas no Brasil.

Seria as festas juninas folclore ou religião? Até onde podemos distinguir entre ambos? Neste estudo não pretendemos atacar a religião católica, já que todos podem professar a religião que bem desejarem, o que também é um direito constitucional. mas tão somente confrontar tais práticas com o que diz a Bíblia.



Herança Portuguesa

A palavra folclore é formada dos termos ingleses folk (gente) e lore (sabedoria popular ou tradição) e significa “o conjunto das tradições, conhecimentos ou crenças populares expressas em provérbios, contos ou canções; ou estudo e conhecimento das tradições de um povo, expressas em suas lendas, crenças, canções e costumes.

Como é do conhecimento geral, fomos descobertos pelos portugueses, povo de crença reconhecidamente católica. Suas tradições religiosas foram por nós herdadas e facilmente se incorporaram em nossas terras, conservando seu aspecto folclórico. Sob essa base é que instituições educacionais promovem, em nome do ensino, as festividades juninas, expressão que carrega consigo muito mais do que uma simples relação entre a festa e o mês de sua realização.

Entretanto, convém salientar a coerente distancia existente as finalidades educacionais e as religiosas.

é bom lembrar também que nessa época as escolas, "em nome da cultura", incentivam tais festas por meio de trabalhos escolares, etc... A criança que não tem como se defender aceita, pois se sente na obrigação de respeitar a professora que lhe impõe estes trabalhos (sobre festa Junina), e em alguns casos é até mesmo ameaçada com notas baixas, porquê a professora, na maioria das vezes, é devota de algum santo, simpatizante ou praticante da religião Católica, que é a maior divulgadora desta festa. Neste momento quando se mistura folclore e religião, a criança -inocente por natureza - rapidamente se envolve com as músicas, brincadeiras, comidas e doces. Aliás, não existiria esta festa não fosse a religião. Inclusive existe a competição entre clubes, famílias ou grupos para realizarem a maior ou a melhor festa junina da rua, do bairro, da fazenda, sítio, etc...

Além disso, não podemos nos esquecer de que o teor de tais festas oscila de região para região do país, especialmente no norte e no nordeste, onde o misticismo católico é mais acentuado.

As mais tradicionais festas juninas do Brasil acontecem em Campina Grande (Paraíba) e Caruaru (Pernambuco).

O espaço onde se reúnem todos os festejos do período são chamado de arraial. Geralmente é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.



Uma Suposta Origem das Festividades

Para as crianças católicas, a explicação para tais festividades é tirada da Bíblia com acréscimos mitológicos. Os católicos descrevem o seguinte:

“Nossa Senhora e Santa Isabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Isabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos Intemet. Assim, Santa Isabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Isabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas bonitas, como foguetes, danças e muito mais!”.

Como podemos ver, a forma como é descrita a origem das festas juninas é extremamente pueril, justamente para que alcance as crianças.

As comemorações do dia de São João Batista, realizadas em 24 de junho, deram origem ao ciclo festivo conhecido como festas juninas. Cada dia do ano é dedicado a um dos santos canonizados pela Igreja Católica. Como o número de santos é maior do que o número de dias do ano, criou-se então o dia de “Todos os Santos”, comemorado em 1 de novembro. Mas alguns santos são mais reverenciados do que outros. Assim, no mês de junho são celebrados, ao lado de São João Batista, dois outros santos: Santo Antônio, cujas festividades acontecem no dia 13, e São Pedro, no dia 28.



Plágio do Paganismo

Na Europa antiga, bem antes do descobrimento do Brasil, já aconteciam festas populares durante o solstício de verão (ápice da estação), as quais marcavam o início da colheita. Dos dias 21 a 24, diversos povos , como celtas, bascos, egípcios e sumérios, faziam rituais de invocação da fertilidade para estimular o crescimento da vegetação, prover a fartura nas colheitas e trazer chuvas. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. As pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos. Por exemplo: as cerimônias realizadas em Cumberland, na Escócia e na Irlanda, na véspera de São João, consistiam em oferecer bolos ao sol, e algumas vezes em passar crianças pela fumaça de fogueiras.

As origens dessa comemoração também remontam à antiguidade, quando se prestava culto à deusa Juno da mitologia romana. Os festejos em homenagem a essa deusa eram denominados “junônias”. Daí temos uma das procedências do atual nome “festas juninas”.

Tais celebrações coincidiam com as festas em que a Igreja Católica comemorava a data do nascimento de São João, um anunciado da vinda de Cristo. O catolicismo não conseguiu impedir sua realização. Por isso, as comemorações não foram extintas e, sim, adaptadas para o calendário cristão. Como o catolicismo ganhava cada vez mais adeptos, nesses festejos acabou se homenageando também São João. É por isso que no inicio as festas eram chamadas de Joaninas e os primeiros paises a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal.

Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antonio e de São Pedro só começaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho passaram a ser chamadas de festas juninas. O curioso é que antes da chegada dos colonizadores, os índios realizavam festejos relacionados à agricultura no mesmo período. Os rituais tinham canto, dança e comida. Deve-se lembrar que a religião dos índios era o animismo politeísta (adoravam vários elementos da natureza como deuses).

As primeiras referências às festas de São João no Brasil datam de 1603 e foram registradas pelo frade Vicente do Salvador, que se referiu aos nativos que aqui estavam da seguinte forma: “os índios acudiam a todos os festejos dos portugueses com muita vontade, porque são muito amigos de novidade, como no dia de São João Batista, por causa das fogueiras e capelas”.



Sincretismo Religioso

Religiões de várias regiões do Brasil, principalmente na Bahia, aproveitam-se desse período de festas juninas para manifestar sua fé junto com as comemorações católica. O Candomblé, por exemplo, ao homenagear os orixás de de sua linha, mistura suas práticas com o ritual católico. Assim, durante o mês de junho, as festas romanas ganham um cunho profano com muito samba de roda e barracas padronizadas que servem bebidas e comidas variadas. Paralelamente as bandas de axé music se espalham pelas ruas das cidades baianas durante os festejos juninos.

Um fator fundamental na formação do sincretismo é que, de acordo com as tradições africanas, divindades conhecidas como orixás governavam determinadas partes do mundo. No catolicismo popular, os santos também tinham esse poder. “Iansã protege contra raios e relâmpagos e Santa Bárbara protege contra raios e tempestades. Como as duas trabalham com raios, houve o cruzamento. Cultuados nas duas mais populares religiões afro-brasileiros – a umbanda e o candomblé – cada orixá corresponde a um santo católico. Ocorrem variações regionais. Um exemplo é Oxóssi, que é sincretizado na Bahia com São Jorge mas no Rio de Janeiro representa São Sebastião. Lá, devido ao candomblé, o Santo Antônio das festas juninas é confundido com Ogun, santo guerreiro da cultura afro-brasileira.



Superstições

1 - A Puxada do Mastro

Puxada do mastro é a cerimônia de levantamento do mastro de São João, com banda e foguetório. Além da bandeira de São João, o mastro pode ter as de Santo Antonio e São Pedro, muitas vezes com frutas, fitas de papel e flores penduradas. O ritual tem origem em cultos pagãos, comemorativos da fertilidade da terra, que eram realizados no solstício de verão, na Europa.

Acredita-se que se a bandeira vira para o lado da casa do anfitrião da festa no momento em que é içada, isto é sinal de boa sorte. O contrario indica desgraça. E caso aponte em direção a uma pessoa essa será abençoada.


2 - As Fogueiras

Sobre as fogueiras há duas explicações para o seu uso. Os pagãos acreditavam que elas espantavam os maus espíritos. Já os católicos acreditavam que era sinal de bom presságio. Conta uma lenda católica que Isabel prima de Maria, na noite do nascimento de João Batista , ascendeu uma fogueira para avisar a novidade à prima Maria, mãe de Jesus. Por isso a tradição é acendê-las na hora da Ave Maria (às 18h).

Você sabia ainda que cada uma das três festas exige um arranjo, diferente de fogueira? Pois é, na de Santo Antonio, as lenhas são atreladas em formato quadrangular; na de São Pedro, são em formato triangular e na de São João possui formato arredondado semelhante à pirâmide.


3 - Os Fogos de Artifício

Já os fogos dizem alguns, eram utilizados na celebração para “despertar” São João e chamá-lo para as comemorações de seu aniversário. Na verdade os cultos pirolátricos são de origem portuguesa. Antigamente em Portugal, acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha como finalidade espantar o diabo e seus demônios na noite de São João.


4 - Os Balões

A sociedade “Amigos do Balão” nasceu em 1998 para defender a presença do ‘balão junino’ nessas festividades. O padre jesuíta Bartolomeu de Gusmão e o inventor Alberto Santos são figuras ilustres entre os brasileiros por soltarem balões por ocasião das festas juninas de suas épocas, portanto podemos dizer que eles foram os precursores dessa prática.

Hoje, como sabemos, as autoridades seculares recomendam os devotos a abster-se de soltar balões pelos incêndios que podem provocar ao caírem em urna floresta, refinaria de petróleo, casas ou fábricas. Essa brincadeira virou crime em 1965, segundo o artigo 26 do Código Florestal. Também está no artigo 28 da lei das Contravenções penais, de 1941. O infrator pode ir para a cadeia. Não obstante, essa prática vem resistindo às proibições das autoridades. Geralmente, os balões trazem inscrições de louvores aos santos de devoção dos fiéis, como por exemplo, “VIVA SÃO JOÃO!! !“, ou a outro santo qualquer comemorado nessas épocas.

Todos os cultos das festas juninas estão relacionados com a sorte. Por isso os devotos acreditam que ao soltar balão e ele subir sem nenhum problema, os desejos serão atendidos, caso contrário (se o balão não alcançar as alturas) é um sinal de azar.

A tradição também diz que os balões levam os pedidos dos homens até São João. Mas tudo isso não passa de crendices populares.


OS SANTOS

Santo Antônio

Alguns dizem que o nome verdadeiro desse santo não é Antônio, mas Fernando de Bulhões, segundo estes, ele nasceu em Portugal em 15 de agosto de 1195 e faleceu em 13 de junho de 1231.

Outros porém, afirmam que Fernando de Bulhões foi a cidade onde nasceu. Aos 24 anos, já na Escola Monástica de Santa Cruz de Coimbra, foi ordenado sacerdote.

Dizem que era famoso por conhecer a Bíblia de cor. Ao tomar conhecimento de que quatro missionários foram mortos pelos serracenos, decidiu mudar-se para Marrocos. Ao retomar para Portugal, a embarcação que o trazia desviou-se da rota por causa de uma tempestade, e ele foi parar na Itália. Lá, foi nomeado pregador da Ordem Geral.

Depois de um encontro com os discípulos de Francisco de Assis, entrou para a ordem dos franciscanos e foi rebatizado de Antônio. Viveu tratando dos enfermos e ajudando a encontrar coisas perdidas. Dedicava-se ainda em arranjar maridos para as moças solteiras. Sua devoção foi introduzida no Brasil pelos padres franciscanos, que fizeram erigir em Olinda (PE) a primeira igreja dedicada a ele. Faz parte da tradição que as moças casadouras recorram a Santo Antônio, na véspera do dia 13 de junho, formulando promessas em troca do desejado matrimônio. Esse fato acabou curiosamente transformando 12 de junho no “Dia dos Namorados”.

A fama de casamenteiro surgiu mesmo depois de sua morte, no século XIV. Diz a lenda que uma moça pobre pediu ajuda a Santo Antonio e conseguiu o dote que precisava para poder casar. A história se espalhou e hoje é o santo que homens e mulheres recorrem quando o objetivo é encontrar sua metade.

No dia 13, multidões se dirigirem às igrejas pelo pão de Santo Antônio. Dizem que é bom carregar o santo na algibeira para receber proteção.

Uma outra curiosidade é que a imagem deste santo sempre aparece com o menino Jesus no colo. Você sabe por quê? Existem duas versões para isso: uma, diz que o menino representa o quanto ele era adorado pelas crianças; a outra, que ele era um pregador tão brilhante que dava vida aos ensinos da Bíblia. O menino seria a personificação da palavra de Deus.

É bastante comum entre as devotas de Santo Antônio colocá-lo de cabeça para baixo no sereno amarrado em um esteio. Ou então jogá-lo no fundo do poço até que o pedido seja satisfeito. Depois cantam:

“Meu Santo Antônio querido,

Meu santo de carne e osso,

Se tu não me deres marido,

Não te tiro do poço”.

As festas antoninas são urbanas, caseiras, domésticas, porque Santo Antônio é o santo dos nichos e das barraquinhas.

Na A Tribuna de 14 de junho de 1997, página A8, lemos: “O dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, foi lembrado.., com diversas missas e a distribuição de 10 mil pãezinhos. Milhares de fiéis compareceram às igrejas para fazer pedidos, agradecer as graças realizadas e levar os pães, que, segundo dizem os fiéis, simbolizam a fé e garantem fartura à mesa”. Ainda para Santo Antônio, cantam seus admiradores:

“São João a vinte e quatro,

São Pedro a vinte e nove,

Santo Antônio a treze,

Por ser o santo mais nobre”.



São João

A Igreja Católica o consagrou santo. Segundo essa igreja, João Batista nasceu em 29 de agosto, em 31 A.D., na Palestina, e morreu degolado por Herodes Antipas, a pedido de sua enteada Salomé (Mt 14.1-12). A Bíblia, em Lucas 1.5-25, relata que o nascimento de João Batista foi um milagre, visto que seus pais, Zacarias e Isabel, na ocasião, já eram bastante idosos para que pudessem conceber filhos.

Em sua festa, São João é comemorado com fogos de artifício, tiros, balões coloridos e banhos coletivos pela madrugada. Os devotos também usam bandeirolas coloridas e dançam. Erguem uma grande fogueira e assam batata-doce, mandioca, cebola-do-reino, milho verde, aipim etc. Entoam louvores e mais louvores ao santo.

As festas juninas são comemoradas de uma forma rural, sempre ao ar livre, em pátios e/ou grandes terrenos previamente preparados para a ocasião.

João Batista, biblicamente falando, foi o precursor de Jesus e veio para anunciar a chegada do Messias. Sua mensagem era muito severa, conforme registrado em Mateus 3.1-11. Quando chamaram sua atenção para o fato de que os discípulos de Jesus estavam batizando mais do que ele, isso não lhe despertou sentimentos de inveja (Jo 4.1), pelo contrário, João Batista se alegrou com a notícia e declarou que não era digno de desatar a correia das sandálias daquele que haveria de vir, referindo-se ao Salvador (Lc 3.16).

Se em vida João Batista recusou qualquer tipo de homenagem ou adoração, será que agora está aceitando essas festividades em seu nome, esse tipo de adoração à sua pessoa? Certamente que não!



São Pedro

É atribuída a São Pedro a fundação da Igreja Católica, que o considera o “príncipe dos apóstolos” e o primeiro papa. Por esse motivo, os fiéis católicos tributam a esse santo honrarias dignas de um deus. Para esses devotos, São Pedro é o chaveiro do céu. E para que alguém possa entrar lá é necessário que São Pedro abra as portas.

Uma das crendices populares sobre São Pedro (e olha que são muitas!) diz que quando chove e troveja é por que ele está arrastando os móveis do céu. Pode!

Na ocasião, ocorrem procissões marítimas em sua homenagem com grande queima de fogos. Para os pesca-dores, o dia de São Pedro é sagrado. Tanto é que eles não saem ao mar para pescaria. É ainda considerado o santo protetor das viúvas.

A brincadeira de subir no pau-de-sebo (uma árvore de origem chinesa) é a que mais se destaca nas festividades comemorativas a São Pedro. O objetivo para quem participa é alcançar os presentes colocados no topo.

Os sentimentos do apóstolo Pedro, eram extremamente diferentes do que se apregoa hoje, no dia 29. De acordo com sua forma de agir e pensar, conforme mencionado na Bíblia, temos razões para crer que ele jamais aceitada os tributos que hoje são dedicados à sua pessoa.

Quando Pedro, sob a autoridade do nome de Jesus, curou o coxo que jazia à porta Formosa do templo de Jerusalém e teve a atenção do povo voltada para ele como se por sua virtude pessoal tivesse realizado o milagre não titubeou, mas declarou com muita segurança sua dependência do Deus vivo e não quis receber nenhuma homenagem (cf. Atos 3:12-16 ; 10:25,26).



O que diz a Bíblia

Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara em I Coríntios 10.11 que as coisas que nos foram escritas no passado nos foram escritas para advertência nossa. Vejamos o que ele disse: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.

O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai. Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material, O texto bíblico diz o seguinte:

“Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” (Êx 32.4-5).

Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças. acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tomou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel.

O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro.

Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”.

É possível imaginar um cristão cantando louvores a São João Batista? O cântico seria mais ou menos assim:

“Onde está o Batista?”.

Ele não está na igreja,

Anda de mastro em mastro,

A ver quem o festeja”.

Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles: “E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Bamabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, Sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (At 14.11-15).


Os Santos não Podem Ajudar

Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão no céu, conscientes da felicidade que lá os cercam (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1,21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1Tm 2.5).


E mais:



“É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, ternos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos. mas também pelos de todo o mundo” (lJo 2.1-2).

Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei”(Jo 14.13-14).

Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta:

“Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Am 5.21).

"Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maneira que o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (
E. H. Chapin).


Motivos para não Participar de Festas Juninas

Diante de tudo o que foi dito acima daremos uma recapitulação expondo o "porquê" de não participarmos de festas juninas. Vejamos então:

1 - Plágio do Paganismo - Como vimos, as bases das festas juninas estão fincadas nas práticas das festividades pagãs, onde os pagãos na mesma data ofereciam seus louvores e suas festas em honra daqueles deuses. Eram as festas pelas colheitas. As festas juninas usurpou isto dos gentios, com apenas o detalhe de transvestir tais festas com roupagem cristã. No entanto, quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usassem esse tipo de costume, diz Ele: "Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." [Deut. 18:9]. Independentemente das intenções, fossem elas boas ou não, o plágio fora terminantemente proibido por Deus.

2 - Os Santos não Intercedem - É notório que estas festividades são para homenagear os três santos. Nestas datas as pessoas invocam sua proteção através de missas e fazem promessas e pedidos confiando em sua suposta intercessão. Não obstante, temos razões bíblicos em abundancia para rejeitarmos estas mediações que os devotos tanto acreditam. A Bíblia nos diz que existe um só mediador entre Deus e os homens: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem," (I Tm. 2:5). Este verso exclui todos os demais mediadores forjados pela mente humana. Se temos que pedir alguma coisa a alguém, esse alguém tem de ser Jesus Cristo, veja o que Ele mesmo diz: "...e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei." (João 14:13,14). Em toda a Bíblia não se encontra nenhum incentivo para fazermos nossos pedidos, promessas e votos a terceiros.

3 - Os Santos não Escutam Orações - Um devoto junino acredita piamente que seus "santos" ouvem suas petições por ocasião destas festividades natalícias ou fora delas, mesmo sabendo que estas personagens já morreram há séculos! Mais uma vez a Bíblia rejeita este conceito por declarar a posição correta dos mortos em relação aos vivos: "Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco têm eles daí em diante recompensa; porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.
Tanto o seu amor como o seu ódio e a sua inveja já pereceram; nem têm eles daí em diante parte para sempre em coisa alguma do que se faz debaixo do sol." (Eclesiastes 9:5,6). Veja que o verso nos diz que os que já morreram não sabem coisa nenhuma do que acontece aqui em nosso mundo, na terra (debaixo do sol). é claro que há consciência onde eles estão, mas aqui em nosso mundo eles não podem ajudar ou atrapalhar ninguém.

4 - Invocação de Espíritos dos Mortos - Como já vimos, há uma crença em que o espírito de São João possa ser despertado por ocasião da soltura de foguetes, afim de vir participar daquela festividade em sua homenagem. Folclore ou não, isto reflete de modo perfeito a crença católica da invocação dos santos. é claro que se o santo já morreu, o que é invocado é o espírito dele, e isto bate de frente com a advertencia bíblica a respeito da consulta aos mortos. Vejamos: "Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?" (Isaías 8:19). E mais: "Não se achará no meio de ti nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti." (Deut. 18:9,-12).
No fundo a prática de invocar o espírito dos santos nada mais é do que uma prática espírita e como tal, é reprovada por Deus.

5 - Outro Espírito Recebe em Lugar do Santo - Como ficou demonstrado biblicamente os espíritos dos santos não sabem de nada do que acontece em nosso mundo, portanto não podem interceder por ninguém. Já que eles são neutros nisso tudo, para quem vai então às honras e os louvores destas festividades afinal? O apostolo Paulo estava ensinando quase a mesma coisa aos cristãos de Corinto quando disse: "Antes digo que as coisas que eles sacrificam, sacrificam-nas a demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." Um pouco antes, ele acabara de dizer que o ídolo nada é ( 8:4 ), ou seja, quando os gentios sacrificavam suas oferendas e suas festividades a tais deuses, eles na verdade estavam sacrificando aos demônios (que eram os únicos a receberem tais oferendas), pois o ídolo nada é. Não estaria acontecendo algo similar nas festas juninas? Quando um devoto oferece sua colheita, suas oferendas e festividades a tais santos que segundo a Bíblia, não pode interceder e saber o que está acontecendo, quem então as recebe? Ou então, quando o pedido é atendido, quem concede estas "graças" às pessoas nas festas juninas? De uma coisa temos certeza: dos santos é que não são!

6 - Comidas e Imagens - Por último temos duas práticas rejeitadas pela Palavra de Deus. As comidas que são oferecidas nas festas juninas por vezes são benzidas e oferecidas ao santo que nada mais é do que um ídolo, pois a ele se fazem orações, carregam sua imagem em procissões, beijam-na, prostram-se diante dela etc. Como exemplo, temos o famoso pãozinho de Santo Antonio! Entretanto, a Bíblia diz: "Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos...não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa de demônios." (Atos 15:29 ; I Co. 10:21). Quanto às imagens dedicadas aos santos, elas são proibidas pela Bíblia nos seguintes termos: "Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; não te encurvarás diante delas, nem as servirás;" (Deut. 5:8,9).

Estes são resumidamente alguns poucos motivos, para todo cristão genuíno não participar de tais festividades.


Fonte: Jesus site.
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=917

Estudo sobre Religiões

A palavra religião, vem do latim "religare" (religar) ou seja, restabelecer o elo de ligação entre Deus e os homens.

Não estou aqui para falar mal da religião A ou B. Antes de tudo, quero mostrar o que a palavra de Deus diz a respeito de religião:

Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. (1Timóteo 2.5)

Jesus é o único mediador, a única ponte, o único elo que liga o ser humano a Deus.
Não fui eu que disse, e sim Paulo, em sua carta a Timóteo, cerca de 64 d.C.
Timóteo era um dos companheiros mais íntimos de Paulo.
Paulo enviou Timóteo a igreja em Éfeso para deter o FALSO ensino que ali havia surgido (1Tm1.3,4). Ele escreveu esta carta para dar a Timóteo instruções práticas sobre o ministério.

Existem vária religiões espalhadas por todo o mundo, vamos estudar apenas algumas, creio que as principais.


**Catolicismo**
Vem (do grego καθολικος, translit.: katholikos; com o significado de "geral" ou "universal") é um termo amplo para o corpo da fé católica, a sua teologia, doutrinas, liturgia, princípios éticos, e características comportamentais, bem como um povo religioso como um todo.[1] O termo catolicismo é "usado geralmente para uma experiência específica do cristianismo compartilhada por cristãos que vivem em comunhão com a Igreja de Roma." [2] Muitos dos principais credos (definições de fé semelhantes a preces) cristãos, nomeadamente o Credo dos Apóstolos e o Credo Niceno utilizam este termo.
No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir-se a Igreja Católica Romana, formada por 23 igrejas sui iuris que estão em comunhão total com o Papa, e possuí mais de um bilhão de fiéis [3] (ou seja, mais de um sexto da população mundial [4] e mais da metade de todos os cristãos [5]). As suas características distintivas são a aceitação da autoridade e primado do Papa, o Bispo de Roma. No entanto outras igrejas também afirmam ser "católicas", como a ortodoxa, e as igrejas não-calcedonianas, a Igreja Assíria do Oriente, a Velha Igreja Católica e as igrejas da Comunhão Anglicana. [6]

A palavra "Papa" significa pai, assim como Padre. Até o século V todos os bispos ocidentais foram chamados assim. Aos poucos restringiram esse tratamento aos bispos de Roma, útero que gerou o Papado.

Porém a Bíblia diz:
“A ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque só um é vosso Pai, aquele que está nos céus." (Mt23. 9)

Segunda a Igreja Católica Papa é o Sumo Pontífice (= ponte). Mas a Bíblia diz:
“... Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo. Porquanto há um só Deus e um só mediador entre deus e os homens, Cristo Jesus, homem." (Ef5.23; 1Tm2.5)
Naquele tempo ninguém supunha que " São Pedro fora Papa " – Ele era casado e não teve ambições temporais.

A Bíblia Católica:
Seguindo a Vulgata que traduziu da LXX (Septuaginta), o cânon católico incorporou os apócrifos após a Reforma. Quando a Vulgata os inseriu, distinguiu-os dos outros, que chamou de canônico. Aos apócrifos chamou de eclesiásticos. Ao todo são 12 livros ou enxertos:

Vulgata: I Esdras, II Esdras, Tobias, Judite, Adição a Ester, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, Adições a Daniel (Cântico dos 3 Moços, História de Suzana e Bel e o Dragão), Oração de Manassés, I Macabeus, II Macabeus.

Bíblia Católica: Tobias, Sabedoria, Eclesiástico, Judite, Baruque, I Macabeus, II Macabeus e adições ou acréscimos a Ester e a Daniel.

Algumas Informações:
Judite foi escrito no século II a.C. é a história de uma judia que mata Holofernes. Ver a nota da BJ - Bíblia de Jerusalém, p. 725; O Códice Vaticano, um dos manuscritos mais respeitados, não tem Macabeus; II Macabeus 15:37 faz um discurso para justificar do suicídio; No livro de Tobias o anjo Rafael mente e engana as pessoas; Sabedoria foi escrito no ano 50 a.C.
Alguns Dogmas Que Foram Introduzidos Na Igreja, todos depois do século IV:

Ano 431, a igreja começa a cultuar Maria, mãe de Jesus.

Ano 503, decretam a existência do purgatório – começaram a cobrar "Missas de intenção" no ano 1476 – Esse dinheiro que recebem cria problemas de consciência, pois tem um fim específico.

Ano 783, iniciam a veneração de imagens (idolatria).

Ano 933, a igreja institui a "Canonização" – Nem todos os canonizados foram homens e mulheres santos. Essa distinção do Catolicismo tem sido concedida por bravura, por exterminarem protestantes, maçons e livres pensadores. Loyola por exemplo, foi canonizado e Anchieta ajudou a assassinar o holandês Jacques Le Balleur na Baía de Guanabara em 9 de fevereiro de 1558.

Ano 1074, instituído o Celibato. Segundo o escritor Leo Huberman, o celibato é exigido porque a igreja temia perder propriedades dos clérigos, caso casassem, devido às leis de herança. Há outro problema, muitos deles possuem dois nomes, o Frei Antão da igreja tal bem pode ser no civil o João da Silva...

Ano 1190, começam a conceder perdão e favores espirituais por dinheiro! A igreja inicia os negócios com as indulgências.

Em 1208 começaram na missa, a "levantar" a hóstia para ser adorada; mas o vinho na Ceia do Senhor começou a ser negado aos fiéis a partir do Concílio de Constança, ano 1414. Essa decisão foi sancionada pelo papa João XXIII. Foi esse mesmo para que mandou queimar vivo João Huss, Reitor da Universidade de Praga, Boêmia.

Ano 1215, o papa Inocêncio III, por decreto instituiu a Transubstanciação, "valorizando" sobremaneira a Missa. (Definida no Concílio de Trento no ano 1551).

Ano 1870 declaram o papa infalível.

Anos 1854 e 1950, conseguiram depois de 18 séculos de resistência, impor os dogmas sobre Maria, o da Imaculada e o da Assunção, respectivamente.


**Espiritismo**
É o conjunto de crenças que consideram que a essência humana é baseada na existência de um espírito imortal, que pode estar entre os vivos ou não, admitindo vidas sucessivas (reencarnações) e a comunicação entre os vivos e os mortos, geralmente pelo intermédio de um médium, ou seja, um mediador. A expressão também designa a doutrina e práticas das pessoas que partilham esta crença.

Suas divisões:

a) Espiritismo comum: Quiromancia (adivinhação por meio das linhas da palma da mão), Cartomancia (adivinhação pela leitura de cartas), Grafologia (um ramo dela, que parte para a adivinhação através da forma da escrita), Hidromancia (adivinhação por meio da água), Astrologia (pressupõe a influência dos astros na vida dos homens), etc.

b) Baixo Espiritismo: Vodu, Candomblé, Umbanda, Quimbanda, Macumba (sem forma nem doutrinas).

c) Espiritismo Científico (Alto Espiritismo ou Espiritualismo): Aqui encontramos "sociedades que se dizem filosóficas, teológicas, científicas ou beneficentes." Normalmente têm doutrinas diferentes do Espiritismo Kardecista. São elas: Ecletismo, Esoterismo, LBV, Teosofismo, Rosacrucianismo, etc.

d) Espiritismo Kardecista: É o mais praticado no Brasil. Divulga os pensamentos do francês Hyppolyte Leon Denizard Rivail, que alegou ter sido possuído em 1856, pelo espírito de um poeta celta, chamado ALLAN KARDEC, passando a escrever diversos livros doutrinários.


**Adventismo**
ORIGEM:
Willian Miller:
Nasceu em, 1782 em Pittsfield, estado de Massachussetts (EUA), era de Família Batista. Em 1818, ele começou a anunciar a volta de Cristo em cerca de 20 anos decorridos daquele tempo. Em 1831, Miller proclamou que esse Evento ocorreria em 23 de março de 1843. Tentou justificar a sua "profecia" em Daniel 8:13-14, interpretando as 2.300 tardes e manhãs sendo correspondente a 2.300 anos apartir do retorno de ESDRAS à Jerusalém. (457 a.C).

Willian Miller e seu fracasso:
Todavia, nenhuma de duas previsões se cumpriram. Procurando justificar-se, Miller explicou que se enganara nos cálculos. Em seguida, marcou nova data: 22 de outubro de 1844. Essa data também falhou.

Origem dos Adventistas do Sétimo Dia:
Miller, arrependeu-se e procurou a Igreja Batista. Já conciloado, foi servir à Deus, vindo a Falecer em 1849. O Mal, porém, já estava feito, vários grupos começaram a aparecer. Hiram Edson, Joseph Bates e James White com sua esposa Ellen Gould White eram os mais proeminentes dos movimentos adventistas.

Joseph Bates:
de New Hampshire, Washington, instituiu a observância ao Sábado, enquanto isso, Ellen Gould White, ia, na região de Portland, com suas "revelações e visões". Os três grupos, juntos deram origem, em 1860, ao movimento conhecido como Adventismo do Sétimo Dia.

A LEI DE MOISÉS:
Decálogo:
O Decálogo é p esboço e a linha mestra da Lei de Moisés. Ele está registrado em Êxodo 20.1-17, e Deuteronômio 5>6-21), O termo DECA significa "DEZ" e LOGO significa "PALAVRA", usado na LXX para traduzir as expressões hebraicas "asseret hadevarim" "As Dez Palavras". Nessa passagem, tem o sentido de "mandamento", pronunciamento, princípio. Por essa Razão, o Decálogo, ficou conhecido mundialmente como "OS DEZ MANDAMENTOS", que Deus escreveu em pedras e entregou aos seus filhos (Israel) através de Moisés.

Qual a Diferença entre a Lei Moral e a Lei Cerimonial?

Os adventistas dizem que a Lei de Deus é o Decálogo, e a de Moisés é a lei cerimonial, ou seja: Os demais preceitos, que não são universais.

a) Uma só Lei:
A Bíblia afirma que existe uma só lei. O que existe, na verdade, são preceitos morais, preceitos cerimoniais e preceitos civis. É chamada Lei de Deus, porque teve sua origem n'Ele. Lei de Moisés porque foi Moisés que o legislador que Deus escolheu para promulgar a Lei no Sinai. Os preceitos, tanto do Decálogo, quanto os fora dele, são chamados Leis de Deus, ou do Senhor e Lei de Moisés.

b) Preceitos Moral fora do Decálogo:
Há princípios que são imutáveis e universais. Não há para eles a questão de transculturação. Onde quer que o evangelho for pregado tais princípios fazem-se presentes. São preceitos morais e Éticos.
Os dois maiores mandamentos são preceitos morais (Mt. 12.29-31). Entretanto, não constam no Decálogo; Mas ao 4º mandamento do Decálogo, não é preceito Moral: Disse Jesus ao sacerdote que podia violar o sábado e ficar sem culpa. (Mt. 12:5).

A LEI CUMPRIU SUA FUNÇÃO:
O Senhor Jesus, já cumpriu a Lei (Mt. 5:17). O Concílio de Jerusalém determinou que os cristãos nada tem com a Lei (At. 15:10-11; 20,29). O Apóstolo Paulo comparou a liberdade cristã à lei do casamento (Rm 7:1-3). Se uma mulher for de outro homem, estando seu marido ainda vivo, é adultera. Isso porque, está ligada à lei do Marido. Por conseguinte, não podemos estar ligados à lei e a Cristo ao mesmo tempo. Por isso, estamos mortos para a Lei (Rm 7:4). A função da Lei, foi descobrir a causa do Pecado, e não curar.

Observar a Lei é um Desvio Doutrinário:
O Apóstolo Paulo chamou a Lei de Ministério da morte gravado em Pedras (2 Co. 3:7 ), ministério da condenação (2 Co. 3:9) e transitório (2 Co 3:13) o Antigo Testamento já foi abolido por Cristo (2 Co. 3:14).

ESPÍRITO DE PROFECIA:
Escritos de Ellen Gould White:
Para os adventistas do sétimo dia, os escritos da Sra. Ellen, tem a mesma autoridade da Bíblia. Afirmam que a expressão "O Testemunho de Jesus é o espírito de profecia" (Ap.19:10) é uma alusão aos escritos da Sra. Ellen. Crêem que suas obras têm "aplicação e autoridade especial para os adventistas", e negam que "a qualidade ou grau de inspiração dos escritos de Ellen sejam diferentes dos encontrados nas Escrituras Sagradas."

Plágios da Sra. Ellen Gould White:
Boa parte das obras da Sra. White são plágios.

a) Plágio Comprovado:
Walter T. Rea, em sua obra "The White Lie" (A mentira branca), apresenta tabelas intermináveis destes plágios. Entretanto os adventistas continuam a receber as obras da Sra. White com a mesma autoridade da Bíblia.

b) Defesa dos Teólogos Adventistas:
Sabendo que o plagiador está desclassificado como Servo de Deus, os teólogos adventistas têm feito um esforço concentrado para salvar a imagem da profetisa. Alguns deles apelam para a passagem de 2 Reis 18, e Isaías 39, para justificar os plágios da Sra. White. Como se sabe, ambos os textos são idênticos. Acontece que, em nenhum lugar do dos Reis, se menciona o nome de seu autor. E, que pode garantir que não é de autoria do próprio Isaías, uma vez que o profeta foi assistente do rei Ezequias?

CRENÇAS ERRÔNEAS:
Bode Emissário: Os adventistas dizem que o bode emissário, do Dia da Expiação, representa Satanás. Assim colocam Satanás como co-autor da Redenção. Moisés prescreveu que no dia da expiação, o sumo sacerdote apresentasse dois bodes para sacrifício (Lv. 16:5-10) Um deles seria enviado para ser imolado, e o outro enviado para o deserto - o bode emissário. Convém lembrar que os dois bodes eram igualmente apresentados, e não apenas um. Isso representava o sacrifício de JESUS CRISTO pela expiação dos nossos pecados. A Bíblia diz que foi Jesus que levou sobre si os nossos pecados (Is 53:4-6, Mt. 8:16; Jo.1:29; 1 Pe. 2:24)
O Sábado: A Questão do sábado não é o sábado em si, mas o fato de que não estamos debaixo do julgo antigo. A Palavra do Senhor já previa o NOVO CONCERTO e o FIM DO DOS SÁBADOS (Jr.31:31 e Os. 2:11).

CONCLUSÃO:
Para nós, portanto, cada dia é sábado, pois em Cristo repousamos todos os dias da semana (Hb.4:11). A palavra Hebraica: Yom Rishon, significa "Dia Primeiro". Os Adventistas negam ainda a existência do Inferno e a imortalidade da alma. Sobre a doutrina do "sono da alma".



**Testemunhas de Jeová**
Testemunhas de Jeová foi fundada por Charles Taze Russell, em 1872. Ele nasceu em 15 de Fevereiro de 1852, e era filho de Joseph L. e Anna Eliza Russell. Ele tinha grande dificuldade de aceitar a doutrina da condenação eterna ao inferno e, em seus estudos, veio a anular não apenas a punição eterna, mas também a Trindade, a deidade de Cristo e o Espírito Santo. Em 1870, com a idade de 18 anos, Russell organizou uma classe bíblica em Pittsburgh. Em 1879, ele procurou popularizar as suas idéias e doutrinas aberrantes. Ele co-publicou a revista "The Herald of the Morning" com seu fundador, N. H. Barbour e, em 1884, Russell tomou o controle da publicação dando-lhe o novo nome de "The Watchtower Announcing Jehovah's Kingdom" (A Sentinela Anuncia o Reino de Jeová), e fundou a "Zion's Watch Tower Tract Society", agora conhecida como "Watch Tower Bible and Tract Society", Sociedade Bíblica Torre de Vigia. A primeira edição da revista Sentinela tinha somente 6.000 cópias por mês. Hoje o complexo publicitário das Testemunhas, no Brooklyn, Nova York, imprime mais 100.000 livros e 800.000 cópias de duas revistas -- diariamente!

Russell alegava que a Bíblia só seria corretamente entendida de acordo com as suas interpretações. Era um perigoso arranjo, já que era ele quem controlava o que era escrito na revista Sentinela.

Depois da morte de Russel, em 31 Outubro de 1916, um advogado do Missouri chamado Joseph Franklin Rutherford recebeu o controle da Sociedade Torre de Vigia que era conhecida, então, como Associação Bíblica Dawn. Em 1931, ele mudou o nome da organização para "As Testemunhas de Jeová."

Depois da morte de Rutherford controlaram a Sociedade Nathan Knorr e Frederick William Franz, como presidentes.
Hoje, a Sociedade é liderada por Mr. Henschel. O grupo tem mais de 4 milhões de membros em todo o mundo. As estatísticas da Sociedade Torres de Vigia indicam que 740 casas são solicitadas para recrutar cada um dos quase 200.000 novos membros que se juntam cada ano.

As TJ´s tem diversos 'livros de estudos' semanais. Os membros não são obrigados a participar, mas existe um nível de expectativa que suavemente leva os convertidos a participarem. É durante estes 'livros de estudos' que a TJ é constantemente exposta aos ensinos anti-cristãos. Uma TJ mediana, com a sua constante doutrinação pela Torre de Vigia, pode, facilmente 'surrar' um cristão mediano quando estes vêm defender suas crenças.

As TJ afirmam veementemente que a doutrina da Trindade é de origem pagã e que a cristandade, com um todo, está envolvida na mentira do diabo. Concomitantemente, com a anulação da Trindade é, da mesma maneira, ferrenhamente combatida a deidade de Cristo, a deidade do Espírito Santo, a realidade do inferno e a punição eterna.


**O Mormonismo**
O Mormonismo não ensina que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus."Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus até onde for traduzida corretamente: cremos que o livro de Mórmon também é a palavra de Deus," (Declaração de fé, artigo n° 8).
Na qualidade de crentes que somos cremos que as Sagradas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos são a Palavra de Deus verbalmente inspirada, a autoridade final para nossa fé e vida, sem erros no original, infalível e inspirada por Deus. II Tim. 3:16-17; II Pedro. 1:20-21; Mat. 5:18.
O Mormonismo ensina que Deus é um homem glorificado e que tem um corpo físico.
"Deus mesmo já foi como nós somos agora e é um homem glorificado," (Doutrinas do Profeta Joseph Smith, página 345). "O Pai tem um corpo de carne e osso tão tangível quanto o dos homens…" (Dot. e Cov, Seç. 131:22).
A Bíblia diz: "Deus não é homem," Núm. 23:19. "Deus é Espírito; e importa que os que adoram o adorem em espírito e em verdade," João 4:24. "…um espírito não tem carne nem ossos…," Luc. 24:39.
O Mormonismo ensina que Cristo e o Diabo são irmãos.
"…que Lúcifer, o filho da alva, é nosso irmão mais velho e o irmão de Jesus Cristo," (Doutrina Mórmon por Bruce McConkie, páginas 163-164).
A Bíblia diz que o diabo é um ser criado por Deus. "Perfeito eras (o diabo) nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti," Ezequiel. 28:15. "Porque nele (Cristo) foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele," Col. 1:16.
O Mormonismo ensina que Jesus Cristo era casado e polígamo.
"Cremos que o casamento em Caná da Galiléia foi o de Jesus Cristo," (Jornal de Discurso, Vol. 2, página 80). O Mormonismo ensina que Jesus foi o filho natural de Adão e Maria. "Quando a Virgem Maria concebeu o Menino Jesus…Ela não foi gerado pelo Espírito Santo. E quem é o seu pai? Ele é o primeiro na família humana," (Brigham Young, Jornal de Discursos, páginas 50-51).
A Bíblia diz: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós…," João 1:1, 14. "E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondeu o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo…," Luc. 1:34-35.
O Mormonismo ensina que a verdadeira igreja deixou de existir até que foi restaurada por Joseph Smith.
A igreja (SUD) foi restaurada em 6 de abril de 1830 por Joseph Smith, (Dot. e Cov. 20:1).
Jesus Cristo disse: "…sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela," Mat. 16:18. "Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que está posto, o qual é Jesus Cristo," I Cor. 3:11. "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina." Efés. 2:20.
O Mormonismo ensina outro evangelho (pervertido) e não aquele da Bíblia.
O evangelho do Mormonismo é: "A fé, o arrependimento, o batismo, o recebimento do Espírito Santo pela imposição das mãos, a moralidade, a lealdade, o dízimo, a palavra da sabedoria, o dever, o casamento celestial (por toda a eternidade)," (Tratado dos SUD sobre o LIVRE ARBÍTRIO e DECLARAO de FÉ, artigo n° 4).
A Bíblia diz: "Também vos notifico, irmãos, o evangelho que vos tenho anunciado…que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras," I Cor. 15:1-4. "Assim, como já vo-lo dissemos, e agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema," Gál. 1:9.
O Mormonismo ensina a salvação dos mortos através do batismo por procuração.
Esta doutrina se baseia numa só passagem das Escrituras mal-interpretada: "Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?" I Cor. 15:29.
Paulo não praticava o batismo pelos mortos. Ele se excluiu usando o pronome "eles" e não "nós" ou "vós". Ele está fazendo uma pergunta e não uma declaração. "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo…," Heb. 9:27.
O Mormonismo ensina a investigação genealógica dos mortos.
"Vamos, portanto, na qualidade de igreja e povo, como Santos dos Últimos Dias, fazer ao Senhor uma oferta de justiça; vamos apresentar no Seu santo templo, quando terminado, um livro contendo o registro de nossos mortos, que será digno de toda aceitação," (Dot. e Cov, Seç. 128:24).
A Bíblia diz: "Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis," I Tim. 1:4. "Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas," Tito 3:9.
O Mormonismo ensina que existem profetas modernos e revelações divinas atualizadas.
O mormonismo reivindica que Joseph Smith recebeu o Sacerdócio Araônico de João Batista. O Sacerdócio de Melquisedeque e o Apostolado foram restaurados por Pedro, Tiago e João logo após em 1829, (Dot. e Cov, Seç. 13).
A Bíblia diz: "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes…nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo," Heb. 1:1-2. Encontramos em Deut. 18:20 e 22 o método bíblico para testar um profeta.
O Mormonismo ensina que a salvação depende de boas obras e da aceitação de Joseph Smith.
"Nenhum homem que rejeita o testemunho de Joseph Smith pode entrar no reino de Deus," (Doutrinas da Salvação, vol. I, página 190). "Os homens tem uma obra a realizar para obter a salvação," (Doutrinas da Salvação, vol. III, página 91).A Bíblia ensina que a salvação é somente através de Jesus Cristo. "E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos," Atos 4:12. "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie," Ef. 2:8-9.


**Congregação Cristã**
Seu fundador foi Luis Francescon, nascido em 29 de março de l866. A Congregação Cristã tem como sua principal característica ser Sectarista e exclusivista. Alguns pontos contraditórios da Congregação Cristã, ainda que sucintamente, mas cremos ser o suficiente para mostrar que essa denominação é exclusivista. Parece que o céu foi feito só para eles e que a salvação só existe em sua denominação e em questão de Bíblia só a interpretação deles é válida. Para eles somente sua liderança é Bíblica, somente sua maneira de orar é válida e a pregação do evangelho só é correta através de seus membros. Ensinam que o Espírito Santo dirige tudo e não é necessário se preparar e examinar as Escrituras.


**Evolucionismo**
A teoria da evolução tem servido de base para o ateísmo. Tanto em Universidades como no ensino fundamental e médio, é usada para negar a idéia de um Deus, criador e pessoal. Charles Darwin ao verificar que há variações de animais da mesma espécie, que "a matéria levou formas unicelulares a formas mais complexas", através de sucessivas transformações ocorridas durante milhões de anos. A isto chamou seleção natural.
Essa teoria fere conceitos básicos do conhecimento científico, leis que regem todo o funcionamento do Universo. É preciso ter mais fé para crer no Evolucionismo que no Criacionismo. Analise bem:

I - A teoria fere as leis da termodinâmica
Há duas Leis da Termodinâmica que comprometem a Tória da Evolução: A Lei da Conservação da energia e a Lei da Termo II
A Lei da Conservação de Energia
Ela nos diz que a energia não poder ser criada nem destruída, mas pode adquirir várias formas, inclusive a massa. Leia II Pe 3:7 e note que a Criação está em conformidade com esta lei.
A Lei da Termo II
A Segunda Lei (Termo II ou Lei de Transformação de Energia) afirma que a energia se move em níveis mais organizados para níveis menos organizados. O Termo II age ficando com menos do que antes. A energia "perdida" é acumulada na forma de uma energia indisponível, a qual mede o grau de desordem de certo sistema. Essa energia é chamada de entropia.

II - A teoria fere a Lei da Biogênese
Essa Lei, do francês Louis Pasteur afirma, de acordo com a Bíblia, que somente vida produz vida, Gn 1:26. Já a Evolução fala que matéria inanimada produz matéria animada (viva)

III - A teoria fere a Lei de Causa e Efeito
A Lei da Causa e Efeito diz que "nenhum efeito é qualitativamente ou quantitativamente superior à causa". Portanto, uma ameba não pode produzir um homem. Leia Is 55:8 e Jr 32.17.

Os furos da teoria da evolução do homem
1° Furo - o homo erectus
A descoberta - A descoberta feita Dr. Eugene Dubois, nos anos de 1891 e 1892 consistia de um crânio, um fragmento de fêmur e três dentes molares. Foi rebatizado como Homo Erectus.
O Furo - Constatou-se que o crânio era de uma mulher pequena, e o fêmur como sendo humano e os dentes molares de macacos.

2 ° Furo - o homem neanderthal
A descoberta - Teve como base da descoberta um crânio. Ao ser examinado revelou ser de homem macaco.
O Furo - Esses esqueletos têm sido reclassificados pelos paleontologistas como idênticos ao homem atual.

3° Furo - o homem de Pequim
A descoberta - Este fóssil foi achado na cidade de Pequim
O Furo - Foi reclassificado com o nome de Homo Erectus, por se ver que os fósseis também são encontrados no homem moderno.

4° Furo - os australopithecus
A descoberta - Os Australopithrcines foram descobertos na África do Sul, tidos como um exemplo de "homens macacos sul-africanos".
O Furo - Como possuíam uma cultura humana, ainda muito primitiva, foi reclassificado como sendo pigmeus e aos macacos.

5° Furo - homem de Java e de Nebraska
A descoberta - O homem de Java (crânio) foi encontrado em 1926 e o de Nebraska em 1922 (dente), apresentado como prova técnica no "Julgamento da Evolução", em Tenessee, em 1925.
O Furo - O homem de Java imagine o crânio não passava de osso do joelho de um elefante. Dois anos depois, foi encontrado o esqueleto completo do homem de Nebraska, ficando comprovado que o dente pertencia a um tipo extinto de porco: "o homem não passava de um porco - grande descoberta!"

A inconsistência do evolucionismo
O registro dos fósseis apresenta inúmeros problemas:
1. Há uma variedade de espécies que tem permanecido absolutamente fixa durante todos os milhões e milhões de anos do tempo geológico.

2. Muitas das espécies modernas são degenerações de espécies anteriores muito melhores adaptadas, e não formas superiores daquelas que se encontram nos fósseis.

3. Todas as grandes filogenias e muitas famílias, ordens e classes, e um grande gênero e espécie, aparecem no registro fóssil sem nenhuma forma intermediária ou pelo menos preliminar.

O arrependimento de Darwin
A Biografia escrita por Orlando Boyer, intitulada "Ancora da Alma", narra o encontro de Lady Hope com Darwin. Ao visitá-lo, encontrou-o com a Bíblia, lendo a carta de Hebreus. Ao falar da evolução, Darwin, parecendo perturbado, declarou:
"Eu era moço com idéias não bem formadas. Fizeram sugestões admiradas com as coisas e ficava surpreendido de ver tudo começar a arder como fogo. O povo fez destas idéias uma religião".
Então, ficou calado e depois de mencionar a santidade de Deus e a grandeza da Bíblia que segura na mão, disse de repente:
"Lady Hope, tenho uma casa no jardim, na qual podem se ajuntar trinta pessoas. É aquela lá - indicando pela janela aberta. Quero que fale lá amanhã à tarde para os criados e para os vizinhos... fale sobre Cristo Jesus e a sua salvação. Há alguma coisa melhor? Quero também que cante com eles. Pode marcar a reunião para as três horas, a janela aqui ficará aberta e pode saber que estou acompanhando os hinos..."
A existência não é casual. "A criação como Deus a fez originalmente ajusta-se ao seu caráter, com absolutos morais", com propósito. "Os homens, criados a Sua imagem, deveriam viver por livre escolha de acordo como Deus é."


**Teosofismo**
Tem com fundadora Helena Petrovna Blavatsky. O Teosofismo é um sistema religioso completamente sincretista, tem um pouco de cada religião e ensina que todas as religiões tem um pouco da verdade e que se juntássemos todas elas, teríamos a religião perfeita.
Para ela, Deus é impessoal e a Trindade é apenas de nome, sendo constituída de Força, Sabedoria e Atividade.
Ensina ainda que Deus tem uma quarta pessoa que é feminina, que Ele se utiliza para poder manifestar-Se.
A Segunda Pessoa da Trindade (Sabedoria) teria duas naturezas, uma espiritual: a Razão, e outra material: o Amor. Resumindo: Deus, no sentido espiritual, é composto de três pessoas: Força, Sabedoria e Atividade. Por outro lado, no sentido material, se manifesta através da Matéria.
Segundo a Teosofia, a raça humana teve vários estágios, que chamam de sub-raça, sendo que a atual é a quinta sub-raça. Cada uma delas presta uma contribuição especial a humanidade. A contribuição da sub-raça atual é promover o homem intelectual. A da próxima, será o homem espiritual.
A cada sub-raça, no seu início, surge um Cristo, ou seja, o Supremo Mestre do Mundo, encarna em alguém. Então, a atual raça-tronco Ariana (a terceira) já teve cinco Cristos, ou, cinco encarnações do Supremo Mestre do Mundo, que foram:
Buda, na Índia (primeira sub-raça).
Hermes, no Egito (segunda sub-raça).
Zoroastro, na Pérsia (terceira sub-raça).
Orfeu, na Grécia (quarta sub-raça).
Jesus, na Palestina (quinta sub-raça).

O Teosofismo afirma que Jesus e Cristo são pessoas distintas e que Cristo usou o corpo de Jesus quando este abandonou o seu corpo. Que estamos na iminência do surgimento de um novo Cristo que irá surgir com a próxima sub-raça (a sexta) e que este Cristo será muito mais poderoso e irá reunir todas as religiões numa só. Ensina ainda que todos os homens, pela evolução, serão Cristos, todo homem é um Cristo em potencial.

Ensina a Sociedade Teosófica que a reencarnação é o processo de desenvolvimento humano, em que todo crescimento é governado pela lei de justiça ou Carma. Que a peregrinação obrigatória de cada alma, por numerosos ciclos de encarnações, é um fator natural.

A Teosofia admite que o homem não possui nenhum privilégio especial, exceto os que ele venha a ganhar por seus esforços e mérito. Jesus, Buda e os "mahatmas", são indivíduos aperfeiçoados e grandes mestres, são universais e a flor da evolução.

A Teosofia é vinculada a religiões ocultas?
O teosofismo é, sem nenhuma dúvida, uma ramificação do espiritismo e como este, diz que é uma religião, uma ciência e uma filosofia.
Suas crenças e ensinos são inspirados e originários do Oriente, mais precisamente da Índia e do Tibete. São crenças pagãs, aliadas a um sistema falsamente chamado filosófico, também oriental. Deste modo, o teosofismo cresceu de braços dados com o paganismo oriental, hindu e budista.
Toda a sabedoria do teosofismo é derivada e foi transmitida pelos "mahatmas" (mestres, sábios), que são, na linguagem teosófica, "homens divinos feitos perfeitos". Os "mahatmas" podem viver no céu ou nos "montes sagrados" do Tibete, para auxiliarem a humanidade em sua evolução. Há um chefe acima de todos os "mahatmas" chamado "Supremo Mestre" que quando se encarna, surge um novo Cristo.

**Racionalismo Cristão**
Foi fundado em 1910 na cidade de Santos, Brasil, por Luís de Matos que codificou e poliu as partes culturais e teóricas da doutrina e Luís Alves Tomás que desenvolveu ações práticas para solidificar a base material da nova doutrina e assegurar a sua independência financeira.
Apesar de carregar a palavra "Cristão" no nome, o Racionalismo Cristão não se propõe a ser uma corrente religiosa. Nascido de uma dissidência do movimento espírita brasileiro, inicialmente denominava-se "Espiritismo Racional e Científico Cristão", para depois assumir a atual denominação.

Relações com o Espiritismo
Para alguns, o que diferencia, basicamente, o Racionalismo Cristão do Espiritismo é que o primeiro atribui um "alto grau evolutivo" a Jesus, mas condena sua adoração, e sua base é de cunho científico e filosófico. O Espiritismo atribui a aquele da mesma forma, mas sua base é religiosa. Os Racionalistas Cristãos, tal como os Espíritas, defendem a idéia de que os que hoje são espíritos (seres humanos encarnados) iniciaram sua trajetória evolutiva como partículas de força que animaram, primeiramente, átomos, ascendendo, pouco a pouco, em tarefas cada vez mais complexam até atingir o reino animal e, posteriormente, o humano e assim por adiante, a exemplo do Samsara segundo as tradições orientais. Para os Racionalistas Cristãos não existem "anjos da guarda", como no espiritismo. Por considerarem que "anjos da guarda" são espíritos desencarnados presos à atmosfera do planeta Terra (Astral Inferior).
Alguns autores explicam que o ser humano possui três "dimensões": O corpo Físico, o corpo astral e o espírito.


**Maçonaria**
wik. É uma associação de caráter universal, cujos membros cultivam a justiça social, aclassismo, humanidade, os princípios da liberdade, democracia e igualdade, aperfeiçoamento intelectual e fraternidade. Os Maçons estruturam-se em células autónomas, "todas iguais em direitos e honras, e independentes entre si", e reúnem-se nas designadas oficinas ou lojas. Trata-se de uma obediência iniciática, filosófica, filantrópica e educativa.
A Maçonaria afirma ser uma instituição religiosa ela classifica o cristianismo como religião fanática.
A Maçonaria não confessa a Jesus Cristo como Salvador e Deus. "A Maçonaria tem um Deus - você não pode ter uma religião sem um deus - e este deus tem um nome. Repetidas vezes na Enciclopédia Maçônica encontram-se as iniciais 'G.A.D.U. '; este é o deus que os maçons adoram no altar deles. Algumas vezes outros nomes são aplicados a ele, mas de acordo com Mackey, 'G.A.D.U. ' é o nome técnico maçônico" (p. 310 da Enciclopédia Maçônica).

A Maçonaria é uma religião idolátrica, sincretista e pagã.

A Maçonaria mutila a Bíblia quando faz citação da mesma.
Para se tornar membro da Maçonaria o fiel tem que desobedecer a Cristo. A Enciclopédia Maçônica diz: "A obrigação de todo maçom é obedecer ao mandato do mestre" (Obs.: não Cristo e sim, o mestre da loja maçônica). Deus ensina obediência irrestrita e exclusiva a Cristo (Jo. 14,15; IJo. 2,3; At. 5,29).

O Caminho de Salvação ensinado pela Maçonaria não é Jesus Cristo. O caminho de Salvação por obras ensinadas pela Maçonaria é representado pela escada. Assim diz a Enciclopédia Maçônica: "Esta escada é um símbolo de progresso... Seus três primeiros degraus - a fé, a esperança e a caridade - mostram-nos os meios como avançamos da terra para o céu, da morte para a vida, do mortal para o imortal. Portanto, seu pé é colocado no andar térreo da loja maçônica, a qual é o tipo do mundo e seu cume a loja, a qual é símbolo do céu" (p. 361).

- A fé, a esperança e a caridade da maçonaria não estão baseadas em Cristo e sim em obras humanas, que jamais poderiam purificar-nos (Ef. 2,8,9; Ap. 1,5,6).
A Maçonaria é uma grande força ecumênica e ecumenizante. Este ecumenismo da maçonaria é semelhante ao que dará origem a Grande Igreja Apóstata do Fim dos Tempos, chamada de a Grande Meretriz (Apoc. 17,18) [sic!]. A ordem para maçons que se convertem é está: “... retirais-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices dos seus pecados, e para não participardes dos seus flagelos" (Apoc. 18,4).

**Xintoísmo**
Segundo os mitos do Xintoísmo, os deuses criaram o Japão e o seu povo. Até os meados do ano 1900, os japoneses adoravam o imperador, como um descendente direto de Amaterasu-Omikami, a deusa do sol e mais importante divindade da religião. Em 1868, o governo japonês, instituiu o Xintoísmo como religião oficial do país. Porém, depois da derrota japonesa na II Guerra Mundial (1939-1945), o imperador Hiroíto renunciou ao caráter divino atribuído à realeza, e a nova Constituição do país passou a defender a liberdade de religião. Contudo, 90% da população japonesa é xintoísta, e os que pertencem a outra religião, permanecem oferecendo sacrifícios devocionais aos deuses e celebrando suas cerimônias e rituais. O símbolo do Xintoísmo é uma porta de madeira, chamada de Tori. Todas as entradas dos santuários xintoístas possuem este Tori, que consiste de duas colunas ligadas por duas vigas. As colunas reprentam os alicerces que sustentam o céu, enquanto as vigas simbolizam a terra. Apesar de não ter uma filosofia elaborada, o Xintoísmo enfatiza os valores morais e rituais para seus adeptos.
No ano 1550, os espanhóis e portugueses, introduziram o Cristianismo no Japão, o que representa menos de 1% da população japonesa.
Umas margens de três milhões de pessoas praticam o Xintoísmo tradicional. O número de santuários por todo o país é grandíssimo. Desde um jardim, um templo, uma gruta e até em casa, as pessoas eregem santuários para as divindades. Os adeptos fazem orações e oferecem sacrifícios de bolos e flores aos Kamis. Em certas ocasiões, os sacerdotes realizam rituais de purificação e renovação denominado de matsuri. O culto xintoísta é realizado no templo dos Kamis locais, feito de madeira e, segundo a tradição, reconstruído a cada vinte anos. Nas festas religiosas, uma estátua do Kami ou um emblema que o simboliza é transportado pelas ruas em um andor, chamado de mikoshi
As crenças, orações e rituais xintoístas foram transmitidas oralmente e copiladas em três volumes, denominados de: Kojiki, concluído em 712 d.C.; Nihongi, concluído em 720 d.C.; e o Yengishiki, concluído no século X. Atualmente, mais de 100 milhões de japoneses têm contato com alguma das treze principais seitas xintoístas. Existem mais de 185 mil sacerdotes e cerca de 80 mil santuários.


. **Ciência Cristã**
Quanto mais se considera a origem da religião chamada Ciência Cristã, mais se dá conta de que é um sistema de escapismo. Nega a existência da matéria, do sofrimento, da enfermidade, do pecado e de todo o mal. Diz que estas são apenas idéias errôneas, pois na realidade tudo é bom, tudo é perfeito. Apesar de Mary Baker ter sido recebida como membro da Igreja Congregacional, foi influenciada por um "curandeiro" popular chamado Fineas Quimby que anunciava um novo método de curar os enfermos, não pela medicina, mas ensinando aos enfermos a natureza de seu mal. Dizia-lhes que podiam curar-se por seu estado mental. Depois da morte de Quimby, Mary sentiu-se inspirada a repartir com outros a grande verdade que havia descoberto. Em 1875 publicou o livro que chegou a ser a autoridade suprema na religião que ela fundou. Chama-se "Ciência e Saúde como Chave das Escrituras". Ela afirmava havê-lo escrito sob inspiração divina, porém as investigações posteriores revelaram que copiou trinta e três páginas de um manuscrito do Dr. Lieber sobre os escritos de Hegel. Em seu livro, Mary ia além das teorias de Quimby, pois negava a existência não somente da enfermidade, mas da própria matéria. Afirmava que toda aparência de matéria ou de experiência mortal é somente uma ilusão, um sonho. Em realidade tudo o que existe é Deus. Ele é tudo em tudo. Nosso espírito é uma parte dele, e, portanto, bom. Não há tal coisa como pecado ou morte. Deve-se aplicar a "ciência cristã" e negar tais ilusões para que desapareçam essas idéias errôneas. Esse é o ensino básico que ela apresentava.
Em 1879 foi organizada a primeira Igreja de Cristo Cientista. Conta atualmente com milhares de adeptos ao redor do mundo. Antes de sua morte, em 1910, Mary Baker Eddy amontoou uma fortuna com o lucro da venda de seus livros; pois estes escritos ensinavam como receber a cura das enfermidades.
Para a ciência cristã, Jesus era simplesmente uma idéia, "o resultado da consciente comunhão de Maria com Deus", segundo a senhora Eddy. "Jesus não era o Filho de Deus num sentido diferente daquele em que todo homem é filho de Deus. Jesus é o ser humano, e Cristo a idéia divina". A ciência Cristã também nega a realidade da morte e ressurreição de Jesus.
A ciência cristã ensina que a Segunda vinda de Cristo é o despertar de um sono enganoso para dar-se conta da verdade. Segundo a Bíblia Jesus voltará ao mundo tal como se foi (At 1.11; 1 Ts 4.16,17; Mt 24.23-31,36-44). Cristo já descreveu a maneira de sua vinda. Seguramente ele sabe muito mais que a senhora Mary Baker Eddy.
Normalmente seus ensinos estão acima da inspiração da Bíblia. Usam-na apenas naquilo que lhes convém. Subtraem ou acrescentam ao texto aquilo que a Bíblia não diz, e afirmam ser isso uma inspiração divina, desprezando todo o contexto escriturístico. Ignoram que os escritores Bíblicos foram plenamente inspirados, conf. 2 Pe 1.21 "Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo". Veja 2 Tm 3.15,16.


**Seicho-No-Iê**
O movimento Seicho-no-iê foi iniciado por Taniguchi Masaharu, nascido a 22 de novembro de 1893, na Vila de Karasuhara, município de Kobe, no Japão. Devido à pobreza de seu lar, foi educado por seu tio, de maneira severa. Seu temperamento era retraído e entregava-se à leitura com avidez. Começou a sentir desgosto pela vida e a maldizer a sociedade. Depois de terminar a escola secundária, apesar da oposição de seus pais adotivos, inscreveu-se na Faculdade de Literatura Inglesa da Universidade Waseda, em Tóquio. Alimentava então idéias pessimistas sobre a vida, e procurava uma explicação lógica do mundo e do homem.
Taniguchi entregou-se ao estudo teórico e prático das ciências psíquicas que exerciam atração sobre ele e nas quais depositava a confiança de que poderiam salvar espiritualmente o homem e a sociedade.

Quando a Primeira Guerra Mundial estava no auge, imperava no Japão uma literatura moralizante, espiritualista e nacionalista. Taniguchi dedicou-se novamente à leitura e descobriu uma sutra budista (daizokio), tirando dela o ensinamento fundamental: "Não existe matéria, como não existem doenças: quem criou tudo isso foi o coração... Segue-se disso que a doença pode ser curada com o coração..." Este conceito tornou- se fundamental no Seicho-no-iê.
Em dezembro de 1922 Taniguchi partiu para Tóquio. Escreveu uma dissertação sobre a natureza religiosa do homem, intitulada: Para a Santidade. Estabeleceu os fundamentos da filosofia de Taniguchi: a "Teologia do movimento Seicho-no-iê". Em 1923 escreveu o livro Crítica a Deus, tendo Judas, o traidor, como herói.
Leu Tanisho, livro escrito por um discípulo de Shinram que desenvolveu a idéia do Tariki (salvação pela fé). Para Taniguchi as pessoas não precisavam de uma religião que lhes incutisse o medo, mas que trouxesse uma salvação amigável. Deixou influenciar-se pelas teorias de Bergson, pela lei da ação criadora do coração do livro de Holmes Zenwicke (americano), pela vontade de poder de Adler. Assim leu psicologia, espiritismo e estudou a ciência cristã.

Recebeu a revelação divina (shinsa): "Não existe matéria, mas existe a realidade” (jissô) - ensino básico do Seicho-no-iê. "Você é realidade, você é Buda, você é Cristo, você é infinito e inesgotável.”
Taniguchi é mais crido, mais reverenciado, mais citado do que Jesus Cristo. Cristo disse: "Eu sou o caminho", isto é, o único caminho para Deus, para a salvação. A Seicho-no-iê interpreta essas palavras como se cada homem fosse o caminho, a porta da saída de Deus; não tendo Deus outra alternativa para manifestar sua força a não ser pelo homem. A Bíblia nos ensina que Deus tem usado o homem, mas não está preso a ele, não depende dele porque é onipotente. Cristo disse que, se os discípulos se calassem, até as próprias pedras clamariam.

Taniguchi misturou introspecção psicológica e fenômenos psíquicos curando os doentes através da auto-sugestão. Tornou-se um verdadeiro feiticeiro do século XX.
A Seicho-no-iê é uma das cento e trinta novas religiões do Japão, e sua doutrina resume-se em três principais proposições: matéria não tem existência real; só existe a realidade espiritual; O mal não existe; é pura ilusão da mente humana; O pecado também não existe; é mera ilusão.

"Os males não têm existência real; nada mais são que simples sombra de imaginação." "O mal, a infelicidade, a doença, a depressão econômica, apagam-se quando são firmemente negados, porque eles nada mais são do que ilusões falsamente criadas pela morte." "Os sofrimentos nada mais são do que projeções da nossa mente em ilusão" (Convite à Prosperidade, p. 16, 27 e 71).

A saída para evitar o mal é meditar sobre a verdadeira realidade, que é perfeita; o espírito pode dominar o material e mudá-lo. Não só Taniguchi, mas qualquer pessoa é potencialmente Buda e Jesus.

Se o mal é realmente uma ilusão, como explicar os terríveis acontecimentos à nossa volta? Deus é bom. Será ele responsável pelo mal que acontece no mundo? Além de a realidade demonstrar que existe o mal, a doutrina da Seicho-no-iê é antibíblica. Desde o princípio da criação o bem e o mal estão presentes (Gên. 2:9). Jesus ensinou esse princípio quando contou a parábola dos lavradores maus; ela nos mostra que o mal está dentro do coração do homem. O mal é uma oposição deliberada contra Deus: é seguir nosso próprio caminho sem tomar conhecimento de que somos filhos de Deus.

Paulo nos ensina que a nossa luta neste mundo é contra o mal, que quer dominar nossa vida (Rom. 7:15-25; II Cor. 5:1-l0; Ef. 6:12; 1Cor. 15:50). Malaquias profetizou que há um julgamento para os que praticam o mal (Mal. 3). Os outros profetas também falaram contra o mal. João Batista pregou que o machado está posto sobre os que praticam o mal (Mat. 3: l0).

"Dizer que o mal é uma ilusão é contradizer não somente a Bíblia, que é a Palavra de Deus, mas também ignorar a experiência diária da vivência dos homens em sociedade. ''

**Hinduísmo**
Denominação do conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas que surgiram na Índia, a partir de 2000 a.C. O termo é ocidental e é conhecido pelos seguidores como
Sanatana Dharma, do sânscrito (língua original da Índia), que significa "a ordem permanente". Está fundamentado nos quatro livros dos Vedas (conhecimento), um conjunto de textos sagrados compostos de hinos e ritos, no Século X, denominados de Rigveda, Samaveda, Yajurveda e Artharvaveda.
Estes quatro volumes são divididos em duas partes: a porção do trabalho (rituais politeístas) e a porção do conhecimento (especulações filosóficas), também chamada de Vedanta . A tradição védica surgiu com os primeiros árias, povo de origem indo-européia (os mesmos que desenvolveram a cultura grega) que se estabeleceram nos vales dos rios Indo e Ganges, por volta de 1500 a.C.
Nos cultos védicos, os pedidos mais solicitados aos deuses são vida longa, bens materiais e filhos homens. São várias as divindades.
Agni é o pai dos homens, deus do fogo e do lar.
Indra rege a guerra.
Varuna
é o deus supremo, rei do universo, dos deuses e dos homens.
Ushas é a deusa da aurora;
Surya e Vishnu, regentes do sol;
Rudra e Shiva, da tempestade.

Animais como a vaca, rato, e serpentes, são adorados por serem possivelmente, a reencarnação de alguns dos familiares. Existem três vezes mais ratos que a população do país, os quais destroem um quarto de toda a colheita da nação.
O rio Ganges é considerado sagrado, no qual, milhares de pessoas se banham diariamente, afim de se purificar. Muitas mães afogam seus filhos recém-nascidos, como sacrifício aos deuses.

Teologia do Hinduísmo
Tudo é deus, deus é tudo: o hinduísmo ensina, como no Panteísmo, que o homem está unido com a natureza e com o universo. O universo é deus, e estando unido ao universo, todos são deuses. Ensina também que este mesmo deus, é impessoal. Muitos deuses adorados pelos hindus são amorais e imorais.

O mundo físico é uma ilusão: no mundo tridimensional, designada de maya, o homem e sua personalidade não passam de um sonho. Para se ver livre dos sofrimentos (pagamento daquilo que foi feito na encarnação passada), a pessoa deve ficar livre da ilusão da existência pessoal e física. Através da ioga e meditação transcendental, a pessoa pode transcender este mundo de ilusões e atingir a iluminação, a liberação final. O hinduísmo ensina que a ioga é um processo de oito passos, os quais levam a culminação da pessoa transcender ao universo impessoal, no qual o praticante perde o senso de existência individual.

A lei do carma: o bem e o mal que a pessoa faz, determinará como ela virá na próxima reencarnação. A maior esperança de um hinduísta é chegar ao estágio de se transformar no inexistente. Vir ser parte deste deus impessoal, do universo.

**
Budismo**
Sistema ético, religioso e filosófico fundado pelo príncipe hindu
Sidarta Gautama (563-483 a.C.), ou Buda, por volta do século VI. O relato da vida de Buda está cheia de fatos reais e lendas, as quais são difíceis de serem distinguidas historicamente entre si.

O príncipe Sidarta nasceu na cidade de Lumbini, em um clã de nobres e viveu nas montanhas do Himalaia, entre Índia e Nepal. Seu pai era um regente e sua mãe, Maya, morreu quando este tinha uma semana de vida. Apesar de viver confinado dentro de um palácio, Sidarta se casou aos 16 anos com a princesa Yasodharma e teve um filho, o qual o chamou de Rahula.

Deus - Tudo é Deus (Panteísmo). Cada homem possui uma energia vital. De um modo geral são ateístas (não crêem num Ser Supremo). Muitos budistas acreditam em Buda como um iluminado universal, com estado de consciência igual a Deus. Não acreditam num Deus imanente (sempre presente), pessoal e transcendente (superior, excelso).

Refutação: O Cristianismo ensina que Deus é o Criador de todas as coisas; logo, Ele é um Ser distinto de sua criação.

Jesus - Foi um grande Mestre e passou muitos anos de sua vida em mosteiros budistas no Tibet e na Índia. Para os budistas ocidentais, Jesus é um homem iluminado.

Refutação: A Bíblia ensina que Jesus é o Verbo que se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.1,2, 12, 14).

Espírito Santo - Nada falam.

Bíblia - Desprezam-na. Suas doutrinas assentam-se em três grupos de livros: o TRIPITAKA, que constituem os três cestos das escrituras budistas: o primeiro trata da autodisciplina; o segundo, do sermão de Buda; o terceiro, do conteúdo doutrinário.

Salvação - O homem atingirá a perfeição plena através de reencarnações e nas boas obras (Lei do Carma). O objetivo o Nirvana (o paraíso dos budistas) para eliminar todos os desejos e evitar o sofrimento. A salvação será alcançada pelo próprio budista sem nenhuma ajuda externa.
Prática de Fé do Budismo

O Budismo consiste no ensinamento de como superar o sofrimento e atingir o nirvana (estado total de paz e plenitude) por meio da disciplina mental e de uma forma correta de vida. Também crêem na lei do carma, segundo a qual, as ações de uma pessoa determinam sua condição na vida futura. A doutrina é baseada nas
Quatro Grandes Verdades de Buda:

Quatro Grandes Verdades de Buda:

A existência implica a dor -- O nascimento, a idade, a morte e os desejos são sofrimentos.

A origem da dor é o desejo e o afeto -- As pessoas buscam prazeres que não duram muito tempo e buscam alegria que leva a mais sofrimento.

O fim da dor -- só é possível com o fim do desejo.

A Quarta Verdade -- se prega que a superação da dor só pode ser alcançada através de oito passos:

Compreensão correta: a pessoa deve aceitar as Quatro Verdades e os oito passos de Buda.

Pensamento correto: A pessoa deve renunciar todo prazer através dos sentidos e o pensamento mal.

Linguagem correta: A pessoa não deve mentir enganar ou abusar de ninguém.

Comportamento correto: A pessoa não deve destruir nenhuma criatura, ou cometer atos ilegais.

Modo de vida correto: O modo de vida não deve trazer prejuízo a nada ou a ninguém.

Esforço correto: A pessoa deve evitar qualquer mal hábito e desfazer de qualquer um que o possua.

Desígnio correto: A pessoa deve observar, estar alerta, livre de desejo e da dor.

Meditação correta: Ao abandonar todos os prazeres sensuais, as más qualidades, alegrias e dores, a pessoa deve entrar nos quatro graus da meditação, que são produzidos pela concentração.

Missões do Budismo

Um dos grandes generais hindus, Asoka, depois do ano 273 a.C., ficou tão impressionado com os ensinos de Buda, que enviou missionários para todo o subcontinente indiano, espalhando essa religião também na China, Afeganistão, Tibete, Nepal, Coréia, Japão e até a Síria. Essa facção do Budismo tornou-se popular e conhecida como Mahayana. A tradicional, ensinado na Índia, é chamada de Teravada.

O Budismo Teravada possui três grupos de escrituras consideradas sagradas, conhecidas como
"Os Três Cestos" ou Tripitaka:
· O primeiro, Vinaya Pitaka (Cesto da Disciplina), contêm regras para a alta classe.
· O segundo, Sutta Pitaka (Cesto do Ensino), contêm os ensinos de Buda.
· O terceiro, Abidhamma Pitaka (Cesto da Metafísica), contêm a Teologia Budista.

O Budismo começou a ter menos predominância na Índia desde a invasão muçulmana no século XIII. Hoje, existem mais de 300 milhões de adeptos em todo o mundo, principalmente no Sri Lanka, Mianmá, Laos, Tailândia, Camboja, Tibete, Nepal, Japão e China. Ramifica-se em várias escolas, sendo as mais antigas o Budismo Tibetano e o Zen-Budismo. O maior templo budista se encontra na cidade de Rangoon, em Burma, o qual possui 3,500 imagens de Buda.

Teologia do Budismo

A
divindade: não existe nenhum Deus absoluto ou pessoal. A existência do mal e do sofrimento é uma refutação da crença em Deus. Os que querem ser iluminados, necessitam seguir seus próprios caminhos espirituais e transcendentais.

Antropologia: o homem não tem nenhum valor e sua existência é temporária.

Salvação: as forças do universo procurarão meios para que todos os homens sejam iluminados (salvos).

A
alma do homem: a reencarnação é um ciclo doloroso, porque a vida se caracteriza em transições. Todas as criaturas são ficções.

O
caminho: o impedimento para a iluminação é a ignorância. Deve-se combater a ignorância lendo e estudando.

Posição ética: existem cinco preceitos a serem seguidos no Budismo:
· proibição de matar
· proibição de roubar
· proibição de ter relações sexuais ilícitas
· proibição do falso testemunho
· proibição do uso de drogas e álcool

No Budismo a pessoa pode meditar em sua respiração, nas suas atitudes ou em um objeto qualquer. Em todos os casos, o propósito é se livrar dos desejos e da consciência do seu interior.


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Hare-Krishna**
O movimento Hare Krishna, nome pelo qual é conhecida a Sociedade Internacional Para a Consciência de Krishna é um tipo ortodoxo de hinduísmo vedantista.

O movimento tem aproximadamente quinhentos anos de fundação na Índia, trinta anos no Ocidente e vinte anos no Brasil. Foi fundado por “Sua Divina Graça”
Abhay Charan de Bhaktivedanta Swami Prabhupada que viveu como farmacêutico até 1959, tendo nascido em Calcutá, Índia, em 1896. Em 1959 deixou sua mulher e os cinco filhos para devotar-se de tempo integral e estudar com Síddharha Goswami. Este encarregou Prabhupada de levar a mensagem de devoção a Krishna ao Ocidente. Veio pela primeira vez aos Estados Unidos em 1965, e em 1966 havia estabelecido o culto hindu de Krishna num pequeno aposento na cidade de Nova York. Antes de morrer, em 4 de novembro de 1977, indicou um corpo dirigente de onze discípulos que continuaram sua missão. O presidente da ISKCON de Nova York, Bati Mardan Maharaj, disse por ocasião da morte dele: “Prabhupada foi um gênio mundial, maior que Jesus Cristo”. Por isso ele é chamado “Sua Divina Graça”.

Estilo de vida dos devotos

Os homens raspam a cabeça, deixando apenas um topete no alto e carregam um rosário de 108 contas, geralmente numa bolsa a tiracolo. O mantra é cantado 16 vezes para cada conta, diariamente. A cor do vestido é geralmente alaranjada para as mulheres. Pintam o corpo e o rosto para santificação e proteção com “tilaka”, uma pasta com água e um barro especial obtido na Índia e aplicado cada manhã, depois de um banho frio, em 13 diferentes partes do corpo, enquanto repetem os 13 diferentes nomes de Krishna.

Há 4 regras que todos os novos membros devem obedecer:
1. Não comer peixe, carne e ovos;
2. Não se intoxicar com drogas, bebidas, fumo etc;
3. Não praticar jogos de azar; 4. Não praticar sexo, exceto no casamento (com finalidade de procriar).

A sociedade divide-se em:
1. Trabalhadores: que fazem o esforço mais braçal (limpeza do templo, confecção de grinaldas de flores para os ídolos ou divindades);
2. Comerciantes: vão à rua pregar e difundir o movimento (na realidade, obter dinheiro com a colocação de incenso e livros em ônibus, ruas, escritórios, gabinetes);
3. Administradores: exercem a função de direção no templo, na editora ou na fazenda; traduzem do inglês, escrevem e estudam as escrituras védicas.

Os ídolos das divindades nos templos não são considerados como ídolos pelos devotos, senão como encarnações de Krishna (aparecendo em formas materiais).
Os ídolos são espanados, vestidos, alimentados e banhados em águas de rosas. Na realidade o líquido usado para banhar um ídolo de Krishna consiste de águas de rosa, mel, leite e um pouco de urina de vaca. Depois de terminada a cerimônia os devotos consideram uma honra beber tal líquido misturado!

Há segregação de sexos. As mulheres e crianças adoram de um lado do santuário; os homens de outro. As mulheres e os homens comem separadamente. As mulheres se aconselham que não façam nada por sua conta, de modo que não podem nem sair do templo sem permissão. Se têm que sair para mandar um recado, devem sair acompanhadas de um membro. A mulher está colocada numa situação de verdadeira criada do marido.

O mantra
Dá-se muito valor ao cântico dos mantras como um meio de se alcançar a iluminação (consciência de Krishna): “Hare Krishna, Hare Krishna, Hare Krishna, Hare Hare, Hare Rama, Rama, Rama, Hare Hare” (Hare significa “a energia do Senhor”; Krishna e Rama são títulos dados ao deus Kríshna).

No início não manifestam todos os oitos estados de êxtase transcendental:
1) ficar imóvel;
2) transpirar;
3) arrepiar os pêlos
4) mudar a voz;
5) estremecer; de todo o corpo;
6) perda das forças físicas do corpo;
7) chorar em êxtase;
8) entrar em transe.


O primeiro sintoma do êxtase é o ímpeto de dançar à medida que se canta o mantra.

Depois de observar estritamente as quatro regras, os novos adeptos devem aprender a cantar, a participar do templo, prostrar-se diante das divindades de madeira e mármore, e adaptar-se à rotina do templo. Seguem os seguintes estágios:

O serviço do templo tem importância considerável para os adeptos de Krishna. Deve-se entrar para o serviço do templo para demonstrar sua devoção.

Os devotos mais antigos insistem na entrega total da personalidade à filosofia do movimento Hare Krishna.

Iniciação
Depois de participar por seis meses do templo, o novato é indicado para a iniciação. A cerimônia é chamada “Hare-nama”, ou iniciação do sagrado nome. E dado um novo nome espiritual.
Logo depois vem um período de espera de seis meses adicionais. Agora o devoto é eleito para o segundo rito: a iniciação bramânica. Se fizer tudo o que se lhe manda, sem fazer perguntas, e se é fiel em todo o serviço, alcança um estado de adiantamento espiritual.
Os homens recebem um manto sagrado que leva sobre o ombro esquerdo e sobre o peito. As mulheres não recebem tal manto. Os devotos recebem também um mantra secreto, o mantra “gayatri”, que deve ser cantado três vezes por dia. A “Sanniasa”
O passo seguinte na escala espiritual se conhece como “Sanniasa’. É um estado de renúncia reservado para os homens, especialmente o devoto”.
Implica em voto de pobreza e castidade, e numa entrega à pregação e obras, que dura toda a vida. Quando o devoto vem a estes “5 anniasa”, considera que tem obrigação de prostrar-se, porque estes monjes são considerados realmente santos.

Modo de viver dos casados
Ao casal que deseja ter um filho se ensina que tenham relação sexual uma vez por mês, no dia que a mulher se mostrar fértil. Antes de entrar no ato sexual deve o casal cantar 50 vezes sua corrente de contas (que é como um rosário) para purificar-se. Uma mulher casada deve pedir permissão ao seu marido para qualquer coisa fora dos deveres prescritos no templo. A mulher está colocada como inferior ao marido.

Ensinamentos da seita
1.
ISKCON
Os ensinos básicos da
ISKCON são os seguintes:
a. Krishna é a maior de todas as divindades. Krishna tem o corpo azul, costuma tocar flauta, cuida de vacas e tem namoradas vaqueiras;

b. O corpo é ilusório; a alma é individual e ao mesmo tempo faz parte da alma divina;

c. Pelo cântico do nome divino, uma pessoa pode ser livre dos seus sofrimentos e experimentar o êxtase — amor transcendental sem contato sexual;

d. Os devotos devem render-se completamente aos seus gurus (mestres);

e. A salvação se alcança pela devoção. Praticam a yoga Bahkti. E uma forma de yoga com devoção a uma divindade pessoal;

f. Mundo de Ilusão. Os seguidores de Krishna crêem que o corpo humano e o mundo físico não são reais, mas simples ilusão (maia, na linguagem hindu);

g. Nas muitas ilusões existentes, três permanecem, proeminentemente: bondade, paixão e ignorância. Da forma como o homem encara esses três aspectos da vida, ele irá responder na próxima. 1 — Se é governado pela ignorância, na próxima irá para o inferno; 2 — Se a paixão governa sua vida, sua futura reencarnação será na terra; 3 — Mas, se sua vida é governada pela bondade (total repúdio ao mundo material e total devoção a Krishna), o devoto será recompensado na vida futura em outros planetas, na mais sublime das realidades espirituais;

h. É interessante notar que Krishna não oferece assistência aos seus adeptos nas 24 horas do dia, quando lutam para uma purificação.

2. Devoção
Krishna não é um deus de graça. Cada devoto deve guardar sua própria mente e corpo através de vários trabalhos e cantando o grande mantra. Visto que Krishna se acha tão distante dos seus seguidores, um mestre espiritual (guru) é chamado para ajudar no longo caminho da consciência de Krishna.

Os seguidores de Krishna crêem que, se eles fracassarem em compensar seus pecados nesta vida, terão outra chance na próxima e assim na outra, até a perfeição final. Todas as ações de um indivíduo querem boas querer más retornam a ele, em reações correspondentes, boas ou más.


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Islamismo**
A religião muçulmana está presente em todos os continentes. Porém, a maior parte de seguidores do islamismo encontra-se nos países árabes do Oriente Médio e do norte da África. A religião muçulmana é monoteísta, ou seja, tem apenas um Deus:
Alá.
Criada pelo profeta Maomé, a doutrina muçulmana encontra-se no livro sagrado, o
Alcorão ou Corão. Foi fundada na região da atual Arábia Saudita.
O Alcorão ou Corão é um livro sagrado que reúne as revelações que o profeta Maomé recebeu do anjo Gabriel. Este livro é dividido em 114 capítulos (suras). Entre tantos ensinamentos contidos, destacam-se: onipotência de Deus (Alá), importância de praticar a bondade, generosidade e justiça no relacionamento social. O Alcorão também registra tradições religiosas, passagens do Antigo Testamento judaico e cristão.
Os muçulmanos acreditam na vida após a morte e no Juízo Final, com a ressurreição de todos os mortos.
A outra fonte religiosa dos muçulmanos é a
Suna que reúne os dizeres e feitos do profeta Maomé.
A
Sharia define as práticas de vida dos muçulmanos, com relação ao comportamento, atitudes e alimentação.

De acordo com a
Sharia, todo muçulmano deve seguir cinco princípios:
- Aceitar Deus como único e Muhammad (Maomé) como seu profeta;
- Dar esmola (Zakat) de no mínimo 2,5% de seus rendimentos para os necessitados;
- Fazer a peregrinação à cidade de Meca pelo menos uma vez na vida, desde que para isso possua recursos;
- Realização diária das orações;
- Jejuar no mês de Ramadã com objetivo de desenvolver a paciência e a reflexão.

Para os muçulmanos, existem três locais sagrados:

A cidade de Meca
, onde fica a pedra negra, também conhecida como Caaba.
A cidade de Medina, local onde Maomé construiu a primeira Mesquita (templo religioso dos muçulmanos).
A cidade de Jerusalém, cidade onde o profeta subiu ao céu e foi ao paraíso para encontrar com Moises e Jesus.
Os seguidores da religião muçulmana se dividem em dois grupos principais:
sunitas e xiitas. Aproximadamente 85% dos muçulmanos do mundo fazem parte do grupo sunita. De acordo com os sunitas, a autoridade espiritual pertence a toda comunidade. Os xiitas também possuem sua própria interpretação da Sharia.


**
Nova Era**
O Movimento Nova Era tem muitas subdivisões, mas é geralmente uma coleção de sistemas de ensino metafísicos de influência oriental, uma conglomeração de teologias, esperanças e expectativas mantidas juntas com um ensino eclético de salvação, "pensamento correto" e "conhecimento correto". É uma teologia de "bem-sentir", "tolerância universal" e "relativismo moral".

No
M.N.E. o homem é o centro. Ele é visto como divino, como co-criador, como a esperança de um futuro de paz e harmonia. Uma citação de um representante poderia ser: "Eu sou afetado apenas pelos meus pensamentos. É tudo o que é necessário para a salvação vir ao mundo. Por este simples pensamento qualquer um pode livrar-se de todos os medos.”

Infelizmente, para o M.N.E. o medo do qual eles querem se livrar pode bem ser o da condenação, da convicção do pecado e, por fim, algumas vezes, do cristianismo e dos cristãos. Como o M.N.E. é tolerante como muitas posições teológicas, ele se opõe às "mentes estreitas" do cristianismo que ensinam que Jesus é o único caminho para Deus e que existe uma moral absoluta.

O M.N.E. é difícil de definir porque "não há hierarquias, dogmas, doutrinas ou membresia." É uma coleção, ou ajuntamento de diferentes teologias com um fio comum de tolerância e divergência tecendo seu tapete de "verdade universal".

O termo
"Nova Era" (New Age) refere-se à Era de Aquário que, de acordo com seus seguidores, está se iniciando. Supostamente trazendo uma promessa de paz, iluminação e reunificação do homem com Deus. O home é considerado como separado de Deus, não por causa do pecado (Is 59:2), mas devido à falta de entendimento e conhecimento acerca da natureza de Deus e da realidade.

O M.N.E. é um sistema religioso com duas crenças básicas: Divindade Evolucionária e Unidade Global.

A divindade evolucionária - Na sua maior parte, o M.N.E. expõe a evolução, tanto do corpo como do espírito. Muitas práticas da Nova Era são desenvolvidas para dar um empurrão em direção a este horizonte. Algumas destas são: a projeção astral, que é o treinamento da sua alma para deixar o seu corpo e viajar por aí; contato com os espíritos para que eles falem através de você ou para guiá-lo; uso de cristais para purificar os sistemas de energia do seu corpo e da sua mente; visualização, onde você usa a imaginação mental para imaginar a si mesmo como um animal, na presença de um ser divino, ou sendo curado de uma doença, etc.
É o próximo passo na evolução, que não será física, mas espiritual:

- Divindade Evolucionária também significa que a humanidade logo verá a si mesma com deus, como o "princípio do Cristo".

O M.N.E. ensina que a natureza básica do homem é boa e divina. Isto é o oposto do que a Palavra de Deus diz... que nós somos pecadores: "Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, e pelo pecado a morte, assim também a morte sobreveio a todos os homens, porque todos pecaram" (Rm 5:12, NVI).
E que a nossa natureza é corrupta: "Outrora todos nós também vivíamos entre eles, satisfazendo as vontades da nossa carne, seguindo os seus desejos e pensamentos. Como os outros éramos por natureza merecedores da ira" (Ef 2:3, NVI).
Ensina que, como o homem é divino por natureza, ele então tem qualidades divinas.
O seguidor da Nova Era que acredita em sua própria divindade e habilidade para criar usurpa a autoridade e posição de Deus. Ele ainda está dando ouvidos às mentiras que o Diabo falou para Eva dizendo que ela seria como Deus (Gn 3:5).

Reencarnação
Apesar de nem todos os seguidores da Nova Era aceitarem a reencarnação, muitos acreditam em uma forma ou outra. E muitos, ainda, acreditam que a Bíblia foi modificada para remover qualquer verso que possa ter um ensino reencarnacionista. Mas esta acusação só demonstra a limitação do seu conhecimento. A Bíblia nunca teve qulaquer referência à reencarnação.
Reencarnação opõem-se à Palavra de Deus que diz que está ordenado ao homem morrer uma vez e depois disso ser julgado (Hb 9:27).
O segundo maior elemento do M.N. E, é a Unidade Global que consiste em três grandes divisões: Homem com Homem, Homem com a Natureza e Homem com Deus.

O M.N.E. advoga honestidade, integridade, amor, paz, etc. Só que querem isto sem o verdadeiro Deus. Querem fazer estas coisas não nos termos de Deus, mas nos seus próprios.

O que o M.N.E. faz?

A. - É uma esponja que tenta absorver todas as religiões, culturas e governos.

B. - Procura unificar todos os sistemas dentro de uma unidade espiritual e sócio-econômica.

C. - Usam vários meios para terem experiências místicas com Deus e/ou natureza e/ou consigo mesmo. Como imaginação, onde você é levado a imaginar a sua própria realidade; transcendência, indo além dos limites de tempo; privação do sono, com o propósito de induzir experiências místicas; focalização, "para experimentar toda a realidade unificada e não como uma coleção de objetos isolados"; anulação, onde a comunicação com o mundo exterior é interrompida no intuito de reinterpretar o mundo sem a sua influência; identificação, "Trocar de lugar mentalmente com um cachorro ou um gato, canário, ou animal em um zôo"; reflexão, um exercício desenvolvido para ajudar você a ver o ano que vem de maneira diferente, e star-gazing, "para induzir um senso de objetividade acerca da vida e um sentimento de conexão com o resto do cosmos."

4. O que o M.N.E. não faz?

A. -Não ensina que o homem é pecador - Rm 5:12; Ef 2:3.

B. - Não ensina que o homem depende de Deus para todas as coisas - Is 43:7; Tg 1:17.

C. - Não ensina que a condenação é eterna - Ap 14:11.

D. - Não ensina que a conseqüência do pecado é separação eterna de Deus - Rm 6:23; Is 59:2.

E. - Não ensina que Jesus é o único caminho para Deus - Mt 11:27; Jo 14:6.

F. - Não aceita o cristianismo como a verdade - 2 Tm 3:16.

5. Terminologia da Nova Era

A. - De acordo com a Bíblia, o homem é portador da imagem de Deus (Gn 1:26), e também, é uma criatura que fala. Lembre-se, Deus disse: “... Haja luz" (Gn 1:3).

B. - Na Nova Era as palavras são muito importantes. De fato, a Nova Era tem algumas de suas próprias palavras especiais. Algumas destas são: Holístico, holográfico, sinergético (sinergia), unidade, unicidade, harmonia, transformação, crescimento pessoal, potencial humano, vigília, networking (rede), energia, e conscientização. Estas palavras são muito comuns nas conversações e escritos da Nova Era.
De fato, se for a uma livraria especializada em Nova Era e ler os títulos ou seus livros, você verá uma uso desproporcional da palavra: auto (em inglês: self).

6. A Interpretação do Cristianismo pela Nova Era

A. - Deus não é um Pai Celestial pessoal, mas uma força impessoal.

B. - Deus é tudo e tudo é Deus. Deus não é o "único" criador de tudo, mas de parte de tudo o que existe.

C. - Não existe nada que não seja Deus. (Isto é panteísmo.)

D. - Não existe pecado, somente um entendimento incorreto da verdade, Conhecimento é que salva, não Jesus.

E. - Inferno não é um lugar, mas uma experiência aqui na terra; é um estado mental.

F. - Jesus foi apenas um meio de apresentar a verdade divina. ele exemplificou a conciência de cristo melhor que qualquer outro.

G. - Cristo é uma forma de consciência, uma forma de eu altamente evouluído. Isto pode adquido por todos já que qualquer um é divino. "Isto é um cristo que não pode ser crucificado" (Miracles, Lesson 303, p. 441).

H. - "Um milagre é uma correção... É meramente olhar a devastação, e reordenar a mente para que entender que o que vê é falso. É anular o erro" (Miracles, p. 164). Um milagre para a Nova Era não é uma intervenção de Deus para realizar a Sua vontade, mas a realização da verdadeira realidade que Deus está em tudo e que você é Deus.

7. A Visão do Homem pela Nova Era

Desde que tudo é Deus, e o homem é parte do todo, então o homem é Deus. Isto é panteísmo. Esta é uma crença do sistema místico oriental que está invadindo a América.
Deus não é parte da criação. Ele é separado dela e foi o criador dela (Is 44:24).
O Homem não é Deus, ele é uma criatura (Gn 1:26).

O homem é bom por natureza. O homem não é bom por natureza (Ef 2:3).

O homem tem um potencial infinito. Esta conclusão arrogante baseada sobre falsos conceitos de grandiosidade própria é uma enganosa, auto-satisfatória indulgência com o orgulho. Como Satanás queria ser como Deus (Is 14:12-17) e encorajou Adão e Eva a serem como Deus também (Gn 3:1-5), o seguidores da Nova Era ouvem os ecos da mentira do Éden e rendem-se a eles de boa-vontade.

O homem é um com o universo. Novamente a diferença entre o homem e a criação é embaçada. O homem foi feito à imagem de Deus (Gn. 1:26). O universo não. O homem é diferente da criação.

8. A Visão da Nova Era sobre Salvação

A Salvação no M.N.E. significa estar em sintonia com a consciência divina.
Em sintonia significa estar em harmonia com a realidade e tudo o que é percebido como sendo verdade.
Desde que o M.N.E. não reconhece pecado ou pecaminosidade, não existe a necessidade de um redentor como Jesus. Salvação, para eles, é simplesmente a realização da sua natureza divina. "Eu não sou um corpo. Eu sou livre. Porque eu ainda sou como Deus me criou. A salvação do mundo depende de mim" (Miracles, Lesson 206, p. 380). Tanta arrogância é inacreditável.
É uma forma de conhecimento, atingir o pensamento correto. Portanto, precisamos ser salvos da ignorância e não do pecado.
Salvação, no entendimento da Nova Era, é o alcançar-se através de compreender a sua própria divindade e bondade natural, combinada com o conhecimento apropriado.


Como você pôde ver, o Movimento Nova Era não é um ensino bíblico em nenhuma de suas maneiras. É um falso sistema religioso arquitetado pelo próprio Diabo. Ele contraria o cristianismo em quase todas as suas principais tendências. Devemos anulá-lo, nos guardarmos dele e destruirmos tudo que pudermos. Será vencido, finalmente.


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Satanismo**
A religião satânica moderna é caracterizada pela busca do
hedonismo e pela rejeição a toda forma de cristianismo, é uma rebelião ao sistema de governo atual. Que tende a oferecer ao ser humano uma liberdade irrestrita no que tange as normas de comportamento e moral estabelecidas, chocando-se claramente com a filosofia cristã de vida.

Devido à mudança de paradigmas em nossa geração o satanismo ganhou bastante campo e está conquistando um grande número de adeptos vindos das mais variadas classes. Os jovens são talvez o grupo mais vulnerável a embrenhar no submundo desta religião. Haja vista as bandas de rock pauleira serem só alguns, dentre os muitos divulgadores do satanismo.

Existem quatro significados básicos que são usados para descrever alguns grupos de Satanismo, a saber:

Satanismo gótico: A palavra “Satanismo” às vezes é usado como um nome moderno para lendas Cristãs introduzidas durante a idade média. A Igreja ensinou que algumas "Bruxas", principalmente as mulheres, adoravam Satanás. Diziam que elas faziam juramento para entregarem suas vidas ao príncipe das trevas; seqüestravam e matavam bebês; dedicaram suas vidas a prejudicarem outros pelo uso de maldições e magia negra e voavam pelo ar em cabos de vassoura; Este tipo de " Satanismo " não existia então e não existe hoje tão pouco. Um dos casos mais conhecidos que popularizou esse tipo de satanismo foi o das “Bruxas de Salém” em 1692. Porém, um " Pânico " sobre assassinatos Satânicos foi desencadeado em 1980, em grande parte por uma minoria de feministas e cristãos envolvidos com a doutrina da “Batalha Espiritual”.

Todavia as convicções deles sobre abusos nos rituais Satânicos evaporaram em grande parte devido à falta completa de evidências de que estes crimes na verdade aconteceram.

Satanismo religioso: Alguns destes são adultos que adoram uma deidade pré-cristã, por exemplo, "Set" - o deus egípcio. Há até uma igreja com esse nome chamada de, “Templo de Set”, esta é uma ramificação da “igreja de Satanás” fundada em 1975. Outros são Ateus ou Agnósticos que não vêem Satanás como uma entidade viva; eles o vêem como um símbolo de poder, vitalidade e prazer.

Dabblers satânicos: Estes são adolescentes tipicamente rebeldes que criaram sua própria forma de magia negra. Alguns alegam que é o satanismo religioso junto com outras religiões do neopaganismo que são tipicamente responsáveis pela pichação satânica que é visto ocasionalmente nos lados de edifícios. Alguns “Dabblers” podem sacrificar um gato ou cachorro pequeno em seus rituais; mas isto é bastante raro.
O maior e o mais tradicional grupo de satanistas dentro do “Satanismo Religioso” é a Igreja de Satanás, a qual muitas pessoas acreditam que foi fundada em Walpurgisnacht, 1966-ABRIL-30, (ano de Satã) por Anton Szandor LaVey (1930-1997) .

As convicções, práticas e rituais da Igreja de Satanás têm pouco que ver com o conceito Cristão de Satanás. O conceito predominante na igreja de Satanás é pré-cristão, e derivou da imagem pagã de
poder, virilidade, sexualidade e sensualidade. Satanás é visto como uma força da natureza, não uma deidade viva.
Os grupos satanistas religiosos existiram durante os anos de 1950, ambos nos Estados Unidos e no Reino Unido. Mas eles eram pouco conhecidos. O satanismo moderno estourou na consciência das massas em Walpurgisnacht, 30 de abril de 1966, quando LaVey anunciou a criação da Igreja de Satanás. A Formação da Igreja de Satanás aconteceu em 1966; foi publicado em um artigo de jornal que recorreu a
LaVey como o " padre da igreja " do Diabo .

As nove declarações Satânicas formam o cerne das convicções da Igreja de Satanás. Eles foram escritos por
Anton LaVey. Em forma abreviada, declaram que Satanás representa:

• Indulgência, não abstinência
• Existência vital, não sonhos espirituais vazios.
• Bondade merecida, não amor desperdiçado
• Vingança, ao invés de virar a outra face.
• O Homem como nenhum outro animal é o mais vicioso de todos.
• Satisfação de todos os desejos da carne etc.

Teologia SATÂNICA
• Pessoas criaram Deuses em muitas formas; escolha um que poderá lhe ser útil.
• Céu e inferno não existem.
• Satanás não é relacionado com o conceito moderno do diabo Cristão. Os satanistas vêem Satanás como um princípio de vida pré-cristão que representa os aspectos carnais, terrestres, e mundanos de vida.
• Satanás não é um ser, uma entidade viva; ele é uma força de natureza.
• A vida humana é celebrada e considerada sagrada.
• O mais importante feriado Satânico é o aniversário de Satanás (30 de Abril). O de menos importância é: “O dia das Bruxas” (noite de 31 de outubro), mas ambos são igualmente comemorados.
• Missas negras (parodia com o ritual Católico Romano) normalmente não é executado por Satanistas regularmente (exceto em ocasiões raras).

Rituais e Cerimônias
• Nomes usados incluem o de Satanás, Lúcifer, Belial e Leviatã.
• Os rituais de magia consistem em três tipos:

1. Magia de sexo,

2. Ritual de felicidade, e

3. Ritual de destruição (pode incluir os seguintes atos: espetar alfinetes em uma boneca; desenhar um quadro ou escrever uma descrição da morte da vítima). Os rituais de destruição são melhores executados por um grupo.

• Satanistas do sexo masculino usam roupões compridos e pretos, com ou sem um capuz.
• Mulheres jovens usam roupa sexualmente sugestiva; as mulheres mais velhas usam só preto.
• Muitos Satanistas tradicionais usam diferentes amuletos que levam o símbolo de Baphomet, sendo esta a cabeça de uma cabra dentro de um pentagrama invertido (estrela de cinco pontas com uma ponta para baixo e duas para cima). É rodeado por um círculo. Algumas fontes sugerem que esta é uma marca de comércio registrada da Igreja de Satanás. Isto não é verdade; o símbolo já circulava durante muitas décadas antes da Igreja ser fundada. A própria Maçonaria já possuía este símbolo!
• A Bíblia Satânica mostra um símbolo localizado em cima das Nove Declarações satânicas. É um sinal de infinidade (uma figura 8 em seu lado). Uma cruz romana é colocada ao centro da figura com um segundo, pedaço atravessado mais longo. Este não é um símbolo satânico; é um símbolo alquímico antigo.
• Quando a Bíblia Satânica foi escrita (1969) uma mulher nua era usualmente usada em um altar, desde que o Satanismo é considerado como uma religião da carne, não do espírito, após a cerimônia, ela praticava orgias com o sacerdote satânico.
• Uma vela branca é colocada à direita do altar; simboliza as convicções hipócritas dos satanistas de Magia Branca. Enquanto uma vela preta é colocada representando os Poderes da Escuridão, à esquerda do altar. Estes poderes são fontes de energia que é atualmente desconhecida e escondida. São orientados a terem velas pretas adicionais para prover iluminação suficiente.

Ferramentas do Ritual
Um ritual simples pode incluir uma única vela com mais algumas ferramentas, no entanto rituais mais elaborados podem incluir o seguinte:

• Um sino que é tocado nove vezes no princípio e no fim do ritual;
• Um cálice, idealmente feito de prata; pode não ser formado de ouro porque isso é um metal que Satanistas associam com o Cristianismo e religiões Neopagãs.
• Outras ferramentas do ritual incluem um gongo, espada, elixir (normalmente vinho), falo, e pergaminho. São colocados juntamente com o cálice e o sino em uma mesa pequena perto do altar.

Regras de Comportamento
• A Oração é inútil, pois distrai as pessoas.
• Matança no ritual (de humanos ou animais) viola os princípios Satânicos. O Sangue tirado de uma vítima é inútil. As vítimas são mortas simbolicamente não de fato.
• Os membros desfrutam de indulgência em vez de abstinência. Eles praticam com alegria todos os sete pecados cristãos mortais (ganância, orgulho, inveja, ódio, glutonaria, luxúria e indolência)
• Se um homem bater em sua face retribua batendo na outra face dele também.
• Façam aos outros como eles fazem a você.
• Se ocupe livremente de atividades sexuais, conforme suas necessidades exigem (que podem ser com um só parceiro ou tendo sexo com muitos outros; pode ser do tipo heterossexual, homossexual ou bissexual, usando fetiches sexuais como você desejar, mas o ideal é uma relação monógama baseado em compatibilidade e compromisso).
• O suicídio é praticamente proibido.
• O Satanista não precisa de nenhuma lista elaborada e detalhada de regras de comportamento.
• Para fazer parte e ser associado ao grupo é necessário ser de idade adulta, a menos que um adolescente obtenha a permissão escrita do pai ou responsável.
Eles têm um programa de trabalho político.

Livros Sagrados do Satanismo:
A Bíblia Satânica, Os Rituais Satânicos, A Bruxa Satânica, O Caderno do Diabo.

Apesar de sabermos que estas igrejas são na verdade uma forma disfarçada de ideologia materialista em busca da permissibilidade libertina não pode, no entanto nos esquecer, que estas igrejas levam seus adeptos para longe dos padrões espirituais estabelecidos por Deus nas sagradas escrituras. Cremos firmemente que isto é mais uma das muitas variantes religiosas que Satanás usa ao gosto do consumidor para levar o ser humano a distanciar-se mais e mais de seu Criador.
Rejeitemos, pois toda forma de satanismo, seja ela qual for, e apeguemo-nos á verdadeira igreja do Deus vivo – Jesus Cristo.


Fontes: Wikipedia, Jesus site e outros.


A palavra diz " O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento" (Os5.6)



http://pt.wikipedia.org/wiki/Catolicismo#Hist.C3.B3ria_do_catolicismo
(resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=199 (resumido)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritismo (resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=345 (resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=110 (resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=52 (resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=90
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=112 (resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=221
http://carlex.blogspot.com/2005/08/teosofia.html (resumido)
http://www.saberweb.com.br/religiao/racionalismo-cristao.htm (resumido)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ma%C3%A7onaria (resumido)
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=418 (resumido)
http://www.sepoangol.org/xinto.htm (resumido)
http://solascriptura-tt.org/Seitas/CienciaCrista-PlanetaEv.htm (resumido)
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http://www.cacp.org.br/orientais/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=381&menu=9&submenu=1
http://www.suapesquisa.com/islamismo/
http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?id=602
http://www.cacp.org.br/seitasdiversas/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=422&cont=1&menu=8&submenu=1 (resumido)